Está em exibição no cinema “KING” em Lisboa o mais recente documentário sobre a ocupação da Quinta da Torre Bela no concelho de Azambuja.
Thomas Harlan, que assistiu e filmou os últimos acontecimentos na Torre Bela após o 25 de Abril, volta assim a ser noticia.
O documentário, que em breve poderá ser visto também em Outubro no Cinema - Atrium Azambuja, retracta a ocupação e os momentos vividos pelos populares naqueles dias.
Este filme dá conta de muitas das discussões à volta da ocupação e da intenção de a estender a propriedades vizinhas.
A ocupação da herdade do Duque de Lafões ficou como a mais conhecida na região e liderou o movimento de ocupações que se estendeu ás herdades da Marquesa, Ameixoeira, e Quinta do Mor, onde inclusive foi formada uma cooperativa e uma escola.
Já a Quinta da Bafoa era diferente. A propriedade tinha sido alugada pelo proprietário da Torre Bela a um empresário de Azambuja.
Se a Torre Bela tinha sido ocupada pela falta de trabalho, já na Bafoa o cenário era diferente. Não faltava trabalho e os trabalhadores uniram-se mesmo para i pedir uma ocupação feita pelos mesmos que tinham ocupado a Torre Bela.
Os sinos da igreja de Azambuja tocaram a rebate, a população juntou-se a não foi consumada a ocupação da Quinta da Bafoa, onde não faltava trabalho e cujo tomate ali cultivado era vendido à Sugal, fábrica que desde sempre se destacou na comercialização de derivados de tomate.
Wednesday, August 22, 2007
Tuesday, August 21, 2007
Praias fluviais preocupam bombeiros

Os bombeiros do Cartaxo e Azambuja já mostraram estão preocupados pelo facto das pessoas continuarem a utilizar as praias fluviais de Valada e Casa Branca, sem que estas tenham condições de segurança. Em breve está para nascer um projecto que reclassifica as duas praias e que vai permitir melhores condições aos banhistas.
A semelhança de inúmeras praias fluviais de norte a sul do país, Valada do Ribatejo ainda não possui as características que a considerem como tal. A segurança é uma das principais exigências do INAG (Instituto Nacional da Agua), sendo a presença de um nadador salvador ou dos bombeiros um dos requisitos mais importantes.
Nos últimos meses têm-se multiplicado as notícias de pessoas que morrem afogadas nas águas dos rios, e embora em Valada do Ribatejo isso não aconteça há largos anos, as autoridades preferem jogar pelo seguro.
Segundo apurou o Vida Ribatejana, os Bombeiros Municipais do Cartaxo e a Câmara Municipal têm-se desdobrado em esforços para que valada do Ribatejo se torne numa praia segura, já que durante a época estival, são muitos os que aproveitam para dar um mergulho e para apanhar sol.
O projecto que ainda está em estudo na autarquia, contempla um “posto avançado” para os municipais do Cartaxo, que poderão deslocar para ali, algum equipamento de apoio, que irão desde apoio humano, a um barco e uma ambulância.
Este ano os perigos do Tejo ficaram suficientemente conhecidos, quando um pescador foi arrastado pelas águas, tendo sido encontrado quatro dias depois na praia da Casa Branca em Azambuja.
Afastadas entre si, escassos quilómetros, as duas praias fluviais ainda não oferecem condições de segurança aos banhistas. Em Azambuja os bombeiros têm vindo a alertar para o facto da “Casa Branca” ainda não ter a característica de praia, sendo que no Cartaxo a preocupação das autoridades vai no mesmo sentido.
Mário Silvestre comandante dos municipais do Cartaxo, não esconde também a sua preocupação. O Tejo esconde perigos imprevisíveis, de onde destaca as fortes correntes e os fundões.
O operacional destaca que os fundões “não são permanentes. São variáveis em termos de localização” e explica que “os fundões formam-se e deslocalizam-se tendo em conta as marés” vincando a sua perigosidade.
Mário Silvestre exemplificou com o afundamento de uma embarcação utilizada no grande prémio de motonáutica “e depois de muitas buscas ainda não o conseguimos encontrar” destacando que a agressividade das correntes. Mário Silvestre garante que a zona do afundamento estava identificada “foram diligenciadas buscas nessa altura e nunca ninguém conseguiu ver o barco” independentemente dos mergulhadores que estiveram de serviço ao resgate da embarcação e da utilização de sondas.
O comandante dos municipais do Cartaxo, admite que o barco possa ter sido arrastado pela corrente, o que dá para ter a ideia da perigosidade do local.
Nesta altura as câmaras de Azambuja e Cartaxo têm em curso um projecto no âmbito da CULT (Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo) para a classificação das duas praias. O Vida Ribatejana sabe que Azambuja e Valada ficarão ligadas por um passeio ribeirinho e que ambas as localizações serão alvo de obras de requalificação.
Monday, August 13, 2007
ADEUS PEDRO

Centenas de pessoas prestaram na sexta-feira a última homenagem a Pedro Salema. A morte do jovem bombeiro de 26 anos, não deixou ninguém indiferente.
A violência com que aconteceu o acidente, na última quarta-feira, e os momentos seguintes, foram um duro golpe nos bombeiros de Azambuja.
Passavam poucos minutos das quatro da tarde, quando Pedro Salema e Marcos Duarte recebiam a missão de salvar um doente em Vila Nova da Rainha. Os sintomas, ditados via rádio, faziam antever um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Como fizeram tantas outras vezes, Pedro e Marcos, colocaram-se a caminho, assinalando a marcha de urgência.
Segundo testemunhas ouvidas pelo Vida Ribatejana, já na chegada à zona da Opel, a ambulância terá deparado com um pesado de mercadorias que saía de um dos armazéns de logística. A partir daqui pouco se sabe sobre a reacção de Pedro Salema. Pedro Cardoso comandante da corporação azambujense, esclareceu que ainda faltam muitas explicações sobre o acidente. Não existem travagens da ambulância, e o pesado também aparentemente não se terá apercebido da aproximação da viatura que assinalava marcha de urgência.
O alerta do acidente foi dado por um condutor que assistiu ao acidente. De imediato os bombeiros de Azambuja deslocaram-se para o local, a fim de salvar os colegas.
Os momentos seguintes foram muito complicados, com sentimentos que oscilavam entre a revolta por aqueles minutos parecerem horas, e a impotência de evitar o pior.
Foram os próprios colegas que tudo fizeram para salvar Pedro e Marcos. Pedro estava encarcerado, e pouco tempo consciente. Marcos, embora consciente, estava visivelmente em estado de choque.
No local, poucos minutos depois do acidente, a VMER declarou o óbito de Pedro Salema. Marcos foi transportado ao hospital de Vila Franca de Xira, mas teria alta pouco tempo depois.
As horas seguintes foram de angústia e desespero para os soldados da paz e para os familiares de Pedro Salema.
No quartel, o ambiente era de consternação e de pesar. Todos conheciam bem o Pedro, que entrou naquela casa em 1999. Contudo Pedro tinha sangue de bombeiro. O pai e o irmão mais novo já tinham estado na corporação, o Pedro seguiu-lhes os passos, a até ao dia 9 de Agosto de 2007.
Entre os colegas, o “Soneca” como era apelidado carinhosamente, era conhecido pelo espírito de sacrifício e de camaradagem. A dedicação à causa valeu-lhe elogios de todos, inclusive do comandante da corporação Pedro Cardoso, com quem Pedro tinha uma relação de muita proximidade.
O corpo de Pedro Salema esteve em Câmara ardente no salão nobre da instituição, de onde saiu para o cemitério de Azambuja ás 11 horas de sexta-feira.
O cortejo fúnebre foi seguido por centenas de pessoas, que quiserem acompanhar o Pedro à sua última morada.
A saída da urna que foi transportada em ombros pelos colegas, foi um dos momentos de maior emoção. Já na rua, centenas de pessoas aplaudiram a coragem do jovem Pedro Salema, ao mesmo tempo que a sirene chorava o desaparecimento dum filho da casa, em circunstâncias trágicas.
Uma das presenças mais notadas foi a de Rui Pereira, ministro da Administração Interna que fez representou o Estado nas cerimónias fúnebres.
Pedro Cardoso, ainda visivelmente emocionado, não conseguiu disfarçar a emoção de ver partir Pedro Salema. Todavia o comandante reiterou a confiança no seu grupo de trabalho, agradecendo inclusive o apoio demonstrado pela população e pelo corpo de bombeiros de Azambuja neste momento sensível da associação.
Nesta altura, ainda de luto, os bombeiros já retomaram o trabalho normal. Todavia e desde quarta-feira, altura do acidente, e até sexta-feira os soldados da paz azambujenses contaram com o apoio de outras associações.
Foram os casos dos bombeiros de Vila Franca de Xira, Vialonga, Castanheira, Alhandra e Alverca, que asseguraram todos os serviços habitualmente feitos por Azambuja, nomeadamente fogos e emergências médicas, bem como os serviços de rotina.
Também os núcleos da Cruz Vermelha do concelho de Azambuja, estiveram, solidários com os colegas, ajudando em alguns serviços e prestando-se mesmo as últimas homenagens ao Pedro Salema, através da guarda de honra.
Com tantas emoções à flor da pele, os soldados da paz estão a receber apoio psicológico por parte da Autoridade Nacional de Protecção Civil e do psicólogo da instituição.
Resta sublinhar que foi a Cruz Vermelha do Carregado, que se encarregou de socorrer a vítima de AVC em Vila Nova da Rainha.
A violência com que aconteceu o acidente, na última quarta-feira, e os momentos seguintes, foram um duro golpe nos bombeiros de Azambuja.
Passavam poucos minutos das quatro da tarde, quando Pedro Salema e Marcos Duarte recebiam a missão de salvar um doente em Vila Nova da Rainha. Os sintomas, ditados via rádio, faziam antever um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Como fizeram tantas outras vezes, Pedro e Marcos, colocaram-se a caminho, assinalando a marcha de urgência.
Segundo testemunhas ouvidas pelo Vida Ribatejana, já na chegada à zona da Opel, a ambulância terá deparado com um pesado de mercadorias que saía de um dos armazéns de logística. A partir daqui pouco se sabe sobre a reacção de Pedro Salema. Pedro Cardoso comandante da corporação azambujense, esclareceu que ainda faltam muitas explicações sobre o acidente. Não existem travagens da ambulância, e o pesado também aparentemente não se terá apercebido da aproximação da viatura que assinalava marcha de urgência.
O alerta do acidente foi dado por um condutor que assistiu ao acidente. De imediato os bombeiros de Azambuja deslocaram-se para o local, a fim de salvar os colegas.
Os momentos seguintes foram muito complicados, com sentimentos que oscilavam entre a revolta por aqueles minutos parecerem horas, e a impotência de evitar o pior.
Foram os próprios colegas que tudo fizeram para salvar Pedro e Marcos. Pedro estava encarcerado, e pouco tempo consciente. Marcos, embora consciente, estava visivelmente em estado de choque.
No local, poucos minutos depois do acidente, a VMER declarou o óbito de Pedro Salema. Marcos foi transportado ao hospital de Vila Franca de Xira, mas teria alta pouco tempo depois.
As horas seguintes foram de angústia e desespero para os soldados da paz e para os familiares de Pedro Salema.
No quartel, o ambiente era de consternação e de pesar. Todos conheciam bem o Pedro, que entrou naquela casa em 1999. Contudo Pedro tinha sangue de bombeiro. O pai e o irmão mais novo já tinham estado na corporação, o Pedro seguiu-lhes os passos, a até ao dia 9 de Agosto de 2007.
Entre os colegas, o “Soneca” como era apelidado carinhosamente, era conhecido pelo espírito de sacrifício e de camaradagem. A dedicação à causa valeu-lhe elogios de todos, inclusive do comandante da corporação Pedro Cardoso, com quem Pedro tinha uma relação de muita proximidade.
O corpo de Pedro Salema esteve em Câmara ardente no salão nobre da instituição, de onde saiu para o cemitério de Azambuja ás 11 horas de sexta-feira.
O cortejo fúnebre foi seguido por centenas de pessoas, que quiserem acompanhar o Pedro à sua última morada.
A saída da urna que foi transportada em ombros pelos colegas, foi um dos momentos de maior emoção. Já na rua, centenas de pessoas aplaudiram a coragem do jovem Pedro Salema, ao mesmo tempo que a sirene chorava o desaparecimento dum filho da casa, em circunstâncias trágicas.
Uma das presenças mais notadas foi a de Rui Pereira, ministro da Administração Interna que fez representou o Estado nas cerimónias fúnebres.
Pedro Cardoso, ainda visivelmente emocionado, não conseguiu disfarçar a emoção de ver partir Pedro Salema. Todavia o comandante reiterou a confiança no seu grupo de trabalho, agradecendo inclusive o apoio demonstrado pela população e pelo corpo de bombeiros de Azambuja neste momento sensível da associação.
Nesta altura, ainda de luto, os bombeiros já retomaram o trabalho normal. Todavia e desde quarta-feira, altura do acidente, e até sexta-feira os soldados da paz azambujenses contaram com o apoio de outras associações.
Foram os casos dos bombeiros de Vila Franca de Xira, Vialonga, Castanheira, Alhandra e Alverca, que asseguraram todos os serviços habitualmente feitos por Azambuja, nomeadamente fogos e emergências médicas, bem como os serviços de rotina.
Também os núcleos da Cruz Vermelha do concelho de Azambuja, estiveram, solidários com os colegas, ajudando em alguns serviços e prestando-se mesmo as últimas homenagens ao Pedro Salema, através da guarda de honra.
Com tantas emoções à flor da pele, os soldados da paz estão a receber apoio psicológico por parte da Autoridade Nacional de Protecção Civil e do psicólogo da instituição.
Resta sublinhar que foi a Cruz Vermelha do Carregado, que se encarregou de socorrer a vítima de AVC em Vila Nova da Rainha.
A despedida não foi fácil. Ao comandante Pedro Cardoso coube a dificil tarefa de falar em nome dos amigos e companheiros.
As palavras saíram com dificuldade, mas ficaram eternizadas na memória de todos:
"Amigo,
És companheiro soldado da paz
És o ombro onde todos já nos apoiámos
És o sorriso que alegra os nossos corações
És o olhar que nos transmite coragem
És a plenitude da vida pelo amor, carinho e dedicação que ofereceste a cada um de nós e àqueles que com bravura socorreste!
Ser bombeiro, ser homem, filho, irmão e companheiro… tudo foste e eternamente serás!
Diz-se que o tempo tudo apaga mas a nossa memória pode reter momentos para sempre,
Para sempre serás o nosso guia e a tua chama alcançará a terra e o mar porque onde estiver um bombeiro, estarás tu!
Um abraço Soneca! "
És companheiro soldado da paz
És o ombro onde todos já nos apoiámos
És o sorriso que alegra os nossos corações
És o olhar que nos transmite coragem
És a plenitude da vida pelo amor, carinho e dedicação que ofereceste a cada um de nós e àqueles que com bravura socorreste!
Ser bombeiro, ser homem, filho, irmão e companheiro… tudo foste e eternamente serás!
Diz-se que o tempo tudo apaga mas a nossa memória pode reter momentos para sempre,
Para sempre serás o nosso guia e a tua chama alcançará a terra e o mar porque onde estiver um bombeiro, estarás tu!
Um abraço Soneca! "
Thursday, August 09, 2007
Azambuja está de luto

A bandeira dos Bombeiros de Azambuja está a mia haste. Faleceu um dos filhos da corporação. Pedro Salema cresceu na instituição e era estimado por todos.
O jovem de 25 anos perdeu a vida num acidente de viação ontem ás 17 horas, quando se deslocava a Vila Nova da Rainha para socorrer uma vitima de AVC.
Ainda sem qualquer explicação, a ambulância conduzida pelo jovem bombeiro ficou encarcerada debaixo de um camião, que saía dos armazéns do Pingo Doce em Azambuja.
Com o Pedro, viajava também Marco Duarte, a quem apenas foram diagnosticados ferimentos ligeiros.
No local estiveram mais de duas dezenas de colegas, que em vão tentaram socorrer o Pedro. No quartel dos bombeiros de Azambuja, o ambiente é consternação e de pesar.
O corpo do soldado da paz, estará durante todo o dia desta quinta-feira em câmara ardente no salão nobre do quartel. O funeral realiza-se amanhã (sexta-feira) pelas 11 horas para o cemitério de Azambuja.
O jovem de 25 anos perdeu a vida num acidente de viação ontem ás 17 horas, quando se deslocava a Vila Nova da Rainha para socorrer uma vitima de AVC.
Ainda sem qualquer explicação, a ambulância conduzida pelo jovem bombeiro ficou encarcerada debaixo de um camião, que saía dos armazéns do Pingo Doce em Azambuja.
Com o Pedro, viajava também Marco Duarte, a quem apenas foram diagnosticados ferimentos ligeiros.
No local estiveram mais de duas dezenas de colegas, que em vão tentaram socorrer o Pedro. No quartel dos bombeiros de Azambuja, o ambiente é consternação e de pesar.
O corpo do soldado da paz, estará durante todo o dia desta quinta-feira em câmara ardente no salão nobre do quartel. O funeral realiza-se amanhã (sexta-feira) pelas 11 horas para o cemitério de Azambuja.
Tuesday, July 31, 2007
Câmara autoriza a cedência do café do Pátio do Valverde sem hasta pública
PSD e CDU contestaram a fórmula encontrada pela maioria socialista para reabrir o café do Pátio do Valverde.
O anterior concessionário do espaço, que é pertença da Câmara, esteve quase dois anos sem pagar as rendas acumulando uma divida de 64 mil euros.
Joaquim Ramos presidente da Câmara Municipal de Azambuja, apresentou uma proposta onde o anterior concessionário, indicaria o futuro concessionário e cederia a o espaço. Contudo as forças da oposição consideram que esta não é a melhor solução e defendem uma nova hasta pública.
Durante a sessão do executivo da passada segunda-feira, foram vários os argumentos utilizados pelo presidente da Câmara para levar avante a sua proposta.
Desde logo Joaquim Ramos defende que esta é a única forma de resolver o assunto, sem que o espaço fique fechado ou à mercê dos credores “que poderiam no caso de uma hasta pública, reivindicar a massa falida”.
Por outro lado o autarca destaca que a empresa que irá ficar com o espaço, terá a obrigatoriedade de pagar as rendas que o anterior inquilino deve, incluindo os juros de mora.
António José Matos do PSD e António Nobre da CDU contestaram esta posição da Câmara asseguram não haver garantias, que a nova empresa cumpra o pagamento em divida, até porque no contracto de concessão a empresa não menciona qualquer intenção em pagar os cerca de 7.500 euros resultante dos juros de mora do processo.
Entre acusações de facilitismo e laxismo à Câmara por parte da oposição, a proposta acabou por ser aprovada apenas com os votos da maioria socialista.
Joaquim Ramos, adiantou entretanto que se os pressupostos da proposta da Câmara não forem cumpridos, ou aceites pelo novo concessionário, o documento regressará de novo a sessão de câmara para ser anulada.
O anterior concessionário do espaço, que é pertença da Câmara, esteve quase dois anos sem pagar as rendas acumulando uma divida de 64 mil euros.
Joaquim Ramos presidente da Câmara Municipal de Azambuja, apresentou uma proposta onde o anterior concessionário, indicaria o futuro concessionário e cederia a o espaço. Contudo as forças da oposição consideram que esta não é a melhor solução e defendem uma nova hasta pública.
Durante a sessão do executivo da passada segunda-feira, foram vários os argumentos utilizados pelo presidente da Câmara para levar avante a sua proposta.
Desde logo Joaquim Ramos defende que esta é a única forma de resolver o assunto, sem que o espaço fique fechado ou à mercê dos credores “que poderiam no caso de uma hasta pública, reivindicar a massa falida”.
Por outro lado o autarca destaca que a empresa que irá ficar com o espaço, terá a obrigatoriedade de pagar as rendas que o anterior inquilino deve, incluindo os juros de mora.
António José Matos do PSD e António Nobre da CDU contestaram esta posição da Câmara asseguram não haver garantias, que a nova empresa cumpra o pagamento em divida, até porque no contracto de concessão a empresa não menciona qualquer intenção em pagar os cerca de 7.500 euros resultante dos juros de mora do processo.
Entre acusações de facilitismo e laxismo à Câmara por parte da oposição, a proposta acabou por ser aprovada apenas com os votos da maioria socialista.
Joaquim Ramos, adiantou entretanto que se os pressupostos da proposta da Câmara não forem cumpridos, ou aceites pelo novo concessionário, o documento regressará de novo a sessão de câmara para ser anulada.
FOGUETES PROIBIDOS PODEM CAUSAR FOGOS
Os bombeiros de Azambuja estão preocupados com o lançamento de foguetes incandescentes. Essa é uma prática que está proibida por lei, mas a falta de sensibilidade de algumas comissões de festas, de norte a sul do concelho, que ainda desrespeitam a lei, pode estar na origem de uma grande parte dos fogos, nomeadamente se estes forem à noite.
Embora não existam estatísticas que confirmem as suspeitas dos bombeiros, a grande maioria dos fogos florestais podem ter tido origem em queimadas ou no lançamento de foguetes. É por isso que durante esta altura do ano, estão proibidas essas acções no território nacional.
Contudo, segundo os bombeiros, os cidadãos não estão ainda suficientemente sensibilizados para o problema, sendo que todos os anos os soldados da paz são chamados a intervir em fogos com a possível origem em queimadas ou no lançamento de foguetes incandescentes.
Esta é uma situação preocupante para o Serviço Municipal de Protecção Civil da Câmara Municipal de Azambuja. Pedro Cardoso que também chefia os voluntários locais, considera importante a “preservação da cultura popular” através das festas. No entanto o tipo de foguetes usados pelas diversas comissões de festas não corresponde muitas vezes à licença passada pelos serviços municipais”
O operacional refere que o lançamento de fogo incandescente está proibido nesta altura do ano, e pese embora o facto do lançamento de fogo incandescente “o que se vê é o lançamento do foguete de cana que são peças incandescentes, que caem, e que não devem ser atiradas”.
Pedro Cardoso reafirma que existe na população “uma falta de sensibilização para esse facto. E que os foguetes são proibidos” apelando ao lançamento de fogo, mas daquele que é preso que não tem perigosidade de maior”.
Pedro Cardoso explica no entanto que o fogo preso “rebenta no ar e quando chega ao solo, já vem sem qualquer tipo de ignição”.
O concelho de Azambuja possui uma grande parte de floresta, e por isso as forças de segurança reforçam sempre nesta altura a sua atenção para precaver possíveis incêndios.
Contudo as preocupações não se estendem só à floresta. Ainda na semana passada os bombeiros foram chamados para um incêndio urbano na Rua dos Campinos em Azambuja.
O alerta foi dado por um popular, que ia despejar o lixo, e que deparou com uma parte de uma barreira a arder. O mato acumulado e a falta de limpeza por parte do proprietário, levaram a que o fogo se expandisse rapidamente pela costa acima, bem perto de algumas habitações. Só a rápida intervenção dos bombeiros evitou o pior. Este incêndio veio levantar junto dos moradores algumas dúvidas no que toca à segurança neste Verão.
A Rua dos Campinos vai em breve ser alvo de requalificação, mas até que isso aconteça, os moradores queixam-se da falta de limpeza das barreiras que em tempos serviram de suporte ao Bairro do Alto da Torre que era um bairro com casas ilegais, construído após o 25 de Abril, pelas pessoas com menos posses da vila de Azambuja.
O trânsito chegou a estar parado cerca de 20 minutos, o tempo necessário para que os bombeiros extinguissem o incêndio. Enquanto isso, automobilistas e moradores concordavam com a necessidade de uma limpeza ao local feita pelos proprietários, limpeza essa que foi feita no dia seguinte pelas máquinas da Câmara Municipal de Azambuja.
Embora não existam estatísticas que confirmem as suspeitas dos bombeiros, a grande maioria dos fogos florestais podem ter tido origem em queimadas ou no lançamento de foguetes. É por isso que durante esta altura do ano, estão proibidas essas acções no território nacional.
Contudo, segundo os bombeiros, os cidadãos não estão ainda suficientemente sensibilizados para o problema, sendo que todos os anos os soldados da paz são chamados a intervir em fogos com a possível origem em queimadas ou no lançamento de foguetes incandescentes.
Esta é uma situação preocupante para o Serviço Municipal de Protecção Civil da Câmara Municipal de Azambuja. Pedro Cardoso que também chefia os voluntários locais, considera importante a “preservação da cultura popular” através das festas. No entanto o tipo de foguetes usados pelas diversas comissões de festas não corresponde muitas vezes à licença passada pelos serviços municipais”
O operacional refere que o lançamento de fogo incandescente está proibido nesta altura do ano, e pese embora o facto do lançamento de fogo incandescente “o que se vê é o lançamento do foguete de cana que são peças incandescentes, que caem, e que não devem ser atiradas”.
Pedro Cardoso reafirma que existe na população “uma falta de sensibilização para esse facto. E que os foguetes são proibidos” apelando ao lançamento de fogo, mas daquele que é preso que não tem perigosidade de maior”.
Pedro Cardoso explica no entanto que o fogo preso “rebenta no ar e quando chega ao solo, já vem sem qualquer tipo de ignição”.
O concelho de Azambuja possui uma grande parte de floresta, e por isso as forças de segurança reforçam sempre nesta altura a sua atenção para precaver possíveis incêndios.
Contudo as preocupações não se estendem só à floresta. Ainda na semana passada os bombeiros foram chamados para um incêndio urbano na Rua dos Campinos em Azambuja.
A Rua dos Campinos vai em breve ser alvo de requalificação, mas até que isso aconteça, os moradores queixam-se da falta de limpeza das barreiras que em tempos serviram de suporte ao Bairro do Alto da Torre que era um bairro com casas ilegais, construído após o 25 de Abril, pelas pessoas com menos posses da vila de Azambuja.
O trânsito chegou a estar parado cerca de 20 minutos, o tempo necessário para que os bombeiros extinguissem o incêndio. Enquanto isso, automobilistas e moradores concordavam com a necessidade de uma limpeza ao local feita pelos proprietários, limpeza essa que foi feita no dia seguinte pelas máquinas da Câmara Municipal de Azambuja.
PRAIA DA CASA BRANCA RECUPERADA
Um passeio ribeirinho entre a praia de Valada do Ribatejo a Casa Branca e a sua requalificação Vão custar perto de um milhão de euros. O projecto inter municipal que envolve as câmaras de Azambuja e Cartaxo elaborado no âmbito da CULT terá como objectivo principal a fomentação do turismo e a segurança
A “Praia da Casa Branca” em Azambuja vais sofrer obras de beneficiação no próximo ano. Segundo Joaquim Ramos presidente da Câmara Municipal de Azambuja, o local irá ser totalmente transformado e por isso a Câmara não fez a habitual concessão anual do bar de apoio à praia fluvial.
O edil explicou ao Vida Ribatejana que as câmaras de Azambuja e Cartaxo têm um projecto comum, no âmbito da CULT (Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo), tendo entre outras questões, em consideração o facto de ser mais fácil a candidatura a fundos comunitários.
Estes são alguns do motivos que levam a autarquia a não concessionar o bar da Casa Branca este Verão. Ramos lamenta também que as diversas tentativas, no passado, em alugar o espaço “não resultaram e por isso na minha perspectiva não deve ser agora feita qualquer concessão, até tendo em conta a actual situação em que se encontra a praia do Tejo”.
Joaquim Ramos anunciou a construção e recuperação do passeio ribeirinho entre a praia de Valada do Ribatejo e a casa Branca em Azambuja, bem como a recuperação do dique que se situa entre as duas praias.
O estudo prévio da recuperação já foi apresentado, sendo que constitui segundo o edil azambujense “uma grande intervenção. Não só ao nível da configuração da zona de recreio e lazer, mas também em todas as infra-estruturas de apoio”.
Segundo o edil, o projecto contempla também a “construção de passeios suspensos sobre a zona inundável da praia do Tejo, de modo a conduzir as pessoas até a zona de areia”. Os passeios que ficarão sobre o actual ancoradouro, servirão de ligação a uma zona situada quase no meio do Tejo, onde existe um banco de areia, que de resto é a única zona onde se pode ir a banhos sem problemas e com segurança.
O projecto que foi elaborado em conjunto com a autarquia do Cartaxo, vai custar perto de um milhão de euros, e tratando-se de um projecto antigo ansiado pelas populações dos dois municípios será também uma mais valia para o turismo. O presidente da Câmara de Azambuja anunciou ainda ao Vida Ribatejana que em paralelo a este projecto, a autarquia apresentará um outro que tem em vista a gestão da margem ribeirinha “que vai envolver os municípios de Azambuja, Cartaxo e Salvaterra de Magos”.
Tomando como exemplo a requalificação, já feita em Salvaterra de Magos, Escarupim e o investimento feito na área ribeirinha, Joaquim Ramos acredita que é possível envolver os três municípios em projectos comuns, “podendo criar aqui uma triangulação turística e que pode potenciar o aproveitamento do rio Tejo”.
O edil explicou ao Vida Ribatejana que as câmaras de Azambuja e Cartaxo têm um projecto comum, no âmbito da CULT (Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo), tendo entre outras questões, em consideração o facto de ser mais fácil a candidatura a fundos comunitários.
Estes são alguns do motivos que levam a autarquia a não concessionar o bar da Casa Branca este Verão. Ramos lamenta também que as diversas tentativas, no passado, em alugar o espaço “não resultaram e por isso na minha perspectiva não deve ser agora feita qualquer concessão, até tendo em conta a actual situação em que se encontra a praia do Tejo”.
Joaquim Ramos anunciou a construção e recuperação do passeio ribeirinho entre a praia de Valada do Ribatejo e a casa Branca em Azambuja, bem como a recuperação do dique que se situa entre as duas praias.
O estudo prévio da recuperação já foi apresentado, sendo que constitui segundo o edil azambujense “uma grande intervenção. Não só ao nível da configuração da zona de recreio e lazer, mas também em todas as infra-estruturas de apoio”.
Segundo o edil, o projecto contempla também a “construção de passeios suspensos sobre a zona inundável da praia do Tejo, de modo a conduzir as pessoas até a zona de areia”. Os passeios que ficarão sobre o actual ancoradouro, servirão de ligação a uma zona situada quase no meio do Tejo, onde existe um banco de areia, que de resto é a única zona onde se pode ir a banhos sem problemas e com segurança.
O projecto que foi elaborado em conjunto com a autarquia do Cartaxo, vai custar perto de um milhão de euros, e tratando-se de um projecto antigo ansiado pelas populações dos dois municípios será também uma mais valia para o turismo. O presidente da Câmara de Azambuja anunciou ainda ao Vida Ribatejana que em paralelo a este projecto, a autarquia apresentará um outro que tem em vista a gestão da margem ribeirinha “que vai envolver os municípios de Azambuja, Cartaxo e Salvaterra de Magos”.
Tomando como exemplo a requalificação, já feita em Salvaterra de Magos, Escarupim e o investimento feito na área ribeirinha, Joaquim Ramos acredita que é possível envolver os três municípios em projectos comuns, “podendo criar aqui uma triangulação turística e que pode potenciar o aproveitamento do rio Tejo”.
ESCOLA DOS CASAIS DE ALÉM APETECIVEL AOS DEPUTADOS
O encerramento da Escola EB1 dos Casais de Além é praticamente irreversível. Joaquim Ramos presidente da Câmara Municipal de Azambuja disse em reunião de Câmara de segunda-feira que a DREL (Direcção Regional de Educação de Lisboa) o terá informado da suspensão de actividade daquele estabelecimento de ensino.
Segundo Joaquim Ramos, das quatro crianças que podiam frequentar a escola, três já se matricularam em Manique do Intendente e outra no Cartaxo, pelo que o seu encerramento parece ser inevitável.
Nas últimas semanas, foram várias as visitas e iniciativas para evitar que a escola encerrasse por parte dos vários partidos. O PSD através do deputado Vasco Cunha pediu constantes informações ás diversas instâncias desde a DREL, até ao presidente da Assembleia da Republica através de requerimento. A resposta aos vários requerimentos veio em Julho, através do gabinete da ministra da Educação, que sublinhou o facto da escola não reunir o numero de alunos pedagogicamente necessários ao seu funcionamento, alertando para o facto de já ter dado conhecimento da suspensão do estabelecimento, aos vários órgãos autárquicos locais.
Recentemente José Paulo Areia, deputado do CDS, e vereador da Câmara de Esposende, visitou a escola, sublinhando a responsabilidade da autarquia em seguir a determinações da assembleia municipal que alertava para o pedido de esclarecimentos ao governo.
O deputado que também faz parte do concelho municipal de educação de Esposende, salientou em declarações à Radio Ribatejo que “Em geral as câmaras só alegam falta de competência legal para fazer determinadas actos, quando dessa maneira querem pôr de parte a sua incompetência politica”. Tais declarações foram refutadas veementemente pelo vereador da Câmara Municipal de Azambuja Marco Leal, que acusou o deputado do CDS de não conhecer o assunto e o concelho de Azambuja.
O responsável pelo pelouro da educação diz estranhar as declarações do deputado garantindo que a autarquia fez tudo o que estava ao seu alcance. Marco Leal afirma entretanto que “o senhor deputado que é vereador e pertencente ao concelho municipal de educação, sobre as suas escolas nada disse no seu concelho” e acrescenta que “sendo o senhor deputado da nação sabe que a assembleia da republica é um órgão de soberania onde se legisla. Por isso se existe alguma coisa para mudar relativamente à lei, ele que faca alguma coisa e que mostre trabalho”.
Segundo Joaquim Ramos, das quatro crianças que podiam frequentar a escola, três já se matricularam em Manique do Intendente e outra no Cartaxo, pelo que o seu encerramento parece ser inevitável.
Nas últimas semanas, foram várias as visitas e iniciativas para evitar que a escola encerrasse por parte dos vários partidos. O PSD através do deputado Vasco Cunha pediu constantes informações ás diversas instâncias desde a DREL, até ao presidente da Assembleia da Republica através de requerimento. A resposta aos vários requerimentos veio em Julho, através do gabinete da ministra da Educação, que sublinhou o facto da escola não reunir o numero de alunos pedagogicamente necessários ao seu funcionamento, alertando para o facto de já ter dado conhecimento da suspensão do estabelecimento, aos vários órgãos autárquicos locais.
Recentemente José Paulo Areia, deputado do CDS, e vereador da Câmara de Esposende, visitou a escola, sublinhando a responsabilidade da autarquia em seguir a determinações da assembleia municipal que alertava para o pedido de esclarecimentos ao governo.
O deputado que também faz parte do concelho municipal de educação de Esposende, salientou em declarações à Radio Ribatejo que “Em geral as câmaras só alegam falta de competência legal para fazer determinadas actos, quando dessa maneira querem pôr de parte a sua incompetência politica”. Tais declarações foram refutadas veementemente pelo vereador da Câmara Municipal de Azambuja Marco Leal, que acusou o deputado do CDS de não conhecer o assunto e o concelho de Azambuja.
O responsável pelo pelouro da educação diz estranhar as declarações do deputado garantindo que a autarquia fez tudo o que estava ao seu alcance. Marco Leal afirma entretanto que “o senhor deputado que é vereador e pertencente ao concelho municipal de educação, sobre as suas escolas nada disse no seu concelho” e acrescenta que “sendo o senhor deputado da nação sabe que a assembleia da republica é um órgão de soberania onde se legisla. Por isso se existe alguma coisa para mudar relativamente à lei, ele que faca alguma coisa e que mostre trabalho”.
Thursday, July 26, 2007
POLIS AZAMBUJA "ARRASA MORADORES"
Oposição e moradores de Azambuja estão preocupados com a forma de como decorrem as obras do POLIS de Azambuja. No terreno estão abertas pelo menos cinco frentes de trabalho, e só na passada quarta é que a empresa começou o calcetamento de uma das empreitadas. A oposição considera a metodologia inaceitável, mas Ramos justifica-se com o aperto dos fundos comunitários.
As obras do POLIS de Azambuja têm sido um assunto recorrente nas últimas sessões da Câmara Municipal de Azambuja. Ora com assuntos levantados pelos munícipes, ora pela oposição a Joaquim Ramos, que insiste que as obras têm seguido a metodologia apresentada numa reunião pública realizada no fim do ano passado.
Antonio José Matos vereador do PSD na autarquia azambujense, não concorda com as metodologia que está a ser seguida pela empresa que ganhou o concurso, e classifica mesmo de inaceitável o facto de qualquer das frentes de trabalho não esteja ainda concluída.
Para o vereador, os transtornos causados aos munícipes, são evidentes. Matos diz que não entende o porquê, de se abrirem novas frentes de obra, quando as outras ainda não estão concluídas.
Segundo António José Matos “há ruas que não têm intervenções há semanas. Estão fechadas e não se passa lá absolutamente transito nenhum” argumentando que assim não “não faz sentido dizerem que não abrem as ruas porque estão à espera que o piso fique pronto para asfaltar. Para evitar que as estradas não abatam”.
Matos vinca entretanto que considera “inaceitável” existirem várias frentes de trabalho abertas ao mesmo tempo “ás vezes parece mesmo que se anda a fazer o mesmo trabalho várias vezes”.
Nesse sentido o vereador diz existir “um mau fio condutor nestas obras” e que a empresa que ganhou o concurso deverá contratar mais gente “se as pessoas que tem, são poucas para tantas obras”. Para António José Matos “diz o bom senso não é preciso ser engenheiro ou arquitecto, que se faça uma rua, que se acabe e depois se vá para outra obra” acrescentando que compreende que em alguns casos “uma ou outra rua se tenham de fechar porque estão interligadas”.
Joaquim Ramos presidente da Câmara, reconhece a impaciência dos moradores. Todavia o edil lembra que as obras foram planeadas e apresentadas ao púbico o ano passado.
Segundo Joaquim Ramos, que admite que em alguns casos os asfaltamentos já deviam ter começado, o método usado está relacionado com os fundos comunitários que financiam a obra.
O autarca vinca que as obras do POLIS de Azambuja têm uma margem estreita de manobra, e explica que de um lado está o facto “das obras serem financiadas por fundos comunitários e portanto têm um determinado prazo de execução” acrescentado que se a câmara optasse pela metodologia de uma frente de obra de cada vez “numa obra com a envergadura desta, nem daqui a dez anos tínhamos a obra concluída”.
Por outro lado o presidente da Câmara, salienta que todas as frentes de trabalho, que ao todo são cinco, não interferem entre si.
Joaquim Ramos voltou a lembrar a complexidade da obra, dado que contempla intervenções na zona histórica da vila de Azambuja. Como exemplo o autarca frisou que por não existir qualquer cadastro das infra-estruturas do subsolo, a empresa têm encontrado algumas dificuldades. E, alguns dos casos, “onde esperava encontrar apenas uma conduta de saneamento, encontrou cinco e todas activas”, o que na opinião de Joaquim Ramos, também tem contribuído para alguns sobressaltos.
Todavia os moradores da vila e das zonas intervencionadas têm tido algumas surpresas por parte da empresa concessionária. O Vida Ribatejana sabe que têm sido frequentes as queixas à Câmara. A metodologia seguida pela empresa, dizem alguns moradores, deixa muito a desejar. Celeste Oliveira, disse ao nosso jornal que ainda há dias, a empresa despejou junto na estrada por de trás da igreja matriz, quatro a cinco montes de terra. “foi numa sexta-feira. pensávamos que teríamos de ficar o fim de semana com isto aqui à porta e com os acessos ás nossas casas cortados. E se fosse preciso uma ambulância para a rua do espírito Santo?”.
Contudo, a moradora ficou mais descansada quando no sábado seguinte “ um moço que tinha casamento marcado para esta igreja, andou aqui à volta dos senhores das obras a pedir para remover a areia mais para cima. A estrada não ficou liberta, mas pelo menos os carros e nós já podíamos passar”.
Opinião idêntica têm outros dois vizinhos que também se queixaram da demora das obras e de um “esgoto que esteve a correr aqui quase uma semana e ninguém fez nada” adiantou outra moradora da rua Rolim de Moura, outra das artérias intervencionadas nesta fase.
Os moradores queixam-se da falta de segurança “onde estão os passadiços que costumam pôr nestas obras. Se a empresa não tem, que os compre” argumentou Alice Silva moradora perto da rua dos Campinos, que lamentou o facto da empresa “não ter sensibilidade para algumas questões “se for preciso deixam aqui a escavadora à minha porta ou à porta de um vizinho e depois nós entramos pelo telhado. Ou deixam buracos abertos sem estarem sinalizados. A Câmara é que devia ter isto em consideração.
O Vida Ribatejana tentou obter esclarecimento junto do empreiteiro, mas até ao fecho desta edição, tal contacto não foi possível. Contudo alguns funcionários da Câmara Municipal de Azambuja, já lamentaram a falência da ACORIL, que noutras ocasiões tinha bem presente “tudo que se relaciona com a segurança e o asseio de uma obra deste género”.
As obras do POLIS de Azambuja têm sido um assunto recorrente nas últimas sessões da Câmara Municipal de Azambuja. Ora com assuntos levantados pelos munícipes, ora pela oposição a Joaquim Ramos, que insiste que as obras têm seguido a metodologia apresentada numa reunião pública realizada no fim do ano passado.
Antonio José Matos vereador do PSD na autarquia azambujense, não concorda com as metodologia que está a ser seguida pela empresa que ganhou o concurso, e classifica mesmo de inaceitável o facto de qualquer das frentes de trabalho não esteja ainda concluída.
Para o vereador, os transtornos causados aos munícipes, são evidentes. Matos diz que não entende o porquê, de se abrirem novas frentes de obra, quando as outras ainda não estão concluídas.
Segundo António José Matos “há ruas que não têm intervenções há semanas. Estão fechadas e não se passa lá absolutamente transito nenhum” argumentando que assim não “não faz sentido dizerem que não abrem as ruas porque estão à espera que o piso fique pronto para asfaltar. Para evitar que as estradas não abatam”.
Matos vinca entretanto que considera “inaceitável” existirem várias frentes de trabalho abertas ao mesmo tempo “ás vezes parece mesmo que se anda a fazer o mesmo trabalho várias vezes”.
Nesse sentido o vereador diz existir “um mau fio condutor nestas obras” e que a empresa que ganhou o concurso deverá contratar mais gente “se as pessoas que tem, são poucas para tantas obras”. Para António José Matos “diz o bom senso não é preciso ser engenheiro ou arquitecto, que se faça uma rua, que se acabe e depois se vá para outra obra” acrescentando que compreende que em alguns casos “uma ou outra rua se tenham de fechar porque estão interligadas”.
Joaquim Ramos presidente da Câmara, reconhece a impaciência dos moradores. Todavia o edil lembra que as obras foram planeadas e apresentadas ao púbico o ano passado.
Segundo Joaquim Ramos, que admite que em alguns casos os asfaltamentos já deviam ter começado, o método usado está relacionado com os fundos comunitários que financiam a obra.
O autarca vinca que as obras do POLIS de Azambuja têm uma margem estreita de manobra, e explica que de um lado está o facto “das obras serem financiadas por fundos comunitários e portanto têm um determinado prazo de execução” acrescentado que se a câmara optasse pela metodologia de uma frente de obra de cada vez “numa obra com a envergadura desta, nem daqui a dez anos tínhamos a obra concluída”.
Por outro lado o presidente da Câmara, salienta que todas as frentes de trabalho, que ao todo são cinco, não interferem entre si.
Joaquim Ramos voltou a lembrar a complexidade da obra, dado que contempla intervenções na zona histórica da vila de Azambuja. Como exemplo o autarca frisou que por não existir qualquer cadastro das infra-estruturas do subsolo, a empresa têm encontrado algumas dificuldades. E, alguns dos casos, “onde esperava encontrar apenas uma conduta de saneamento, encontrou cinco e todas activas”, o que na opinião de Joaquim Ramos, também tem contribuído para alguns sobressaltos.
Todavia os moradores da vila e das zonas intervencionadas têm tido algumas surpresas por parte da empresa concessionária. O Vida Ribatejana sabe que têm sido frequentes as queixas à Câmara. A metodologia seguida pela empresa, dizem alguns moradores, deixa muito a desejar. Celeste Oliveira, disse ao nosso jornal que ainda há dias, a empresa despejou junto na estrada por de trás da igreja matriz, quatro a cinco montes de terra. “foi numa sexta-feira. pensávamos que teríamos de ficar o fim de semana com isto aqui à porta e com os acessos ás nossas casas cortados. E se fosse preciso uma ambulância para a rua do espírito Santo?”.
Contudo, a moradora ficou mais descansada quando no sábado seguinte “ um moço que tinha casamento marcado para esta igreja, andou aqui à volta dos senhores das obras a pedir para remover a areia mais para cima. A estrada não ficou liberta, mas pelo menos os carros e nós já podíamos passar”.
Opinião idêntica têm outros dois vizinhos que também se queixaram da demora das obras e de um “esgoto que esteve a correr aqui quase uma semana e ninguém fez nada” adiantou outra moradora da rua Rolim de Moura, outra das artérias intervencionadas nesta fase.
Os moradores queixam-se da falta de segurança “onde estão os passadiços que costumam pôr nestas obras. Se a empresa não tem, que os compre” argumentou Alice Silva moradora perto da rua dos Campinos, que lamentou o facto da empresa “não ter sensibilidade para algumas questões “se for preciso deixam aqui a escavadora à minha porta ou à porta de um vizinho e depois nós entramos pelo telhado. Ou deixam buracos abertos sem estarem sinalizados. A Câmara é que devia ter isto em consideração.
O Vida Ribatejana tentou obter esclarecimento junto do empreiteiro, mas até ao fecho desta edição, tal contacto não foi possível. Contudo alguns funcionários da Câmara Municipal de Azambuja, já lamentaram a falência da ACORIL, que noutras ocasiões tinha bem presente “tudo que se relaciona com a segurança e o asseio de uma obra deste género”.
Eleições do PSD Azambuja

Das duas listas candidatas ás eleições da concelhia laranja de Azambuja apenas uma foi a votos. António Jorge Lopes acabou por desistir devido a um parecer do concelho de jurisdição nacional, facilitando a vida à lista de luís Leandro que acabou por ser reeleito presidente
Luis Leandro foi reeleito presidente da concelhia do PSD de Azambuja. A sua lista reuniu 84 votos favoráveis em face de cinco brancos. Em entrevista ao Vida Ribatejana, vincou que esta foi uma vitória “dos que defendem a estabilidade e coesão” num PSD que deverá ficar unido e preparar as eleições autárquicas de 2009.
Segundo o agora reeleito presidente, o PSD irá “continuar o seu trabalho de oposição, intensificando o à medida em que se aproximam as eleições”, salientando que caberá aos militantes escolher o próximo candidato à Câmara.
Embora a sua lista tenha sido a única a ir a votos, Leandro salientou a elevada participação dos militantes neste escrutínio, que classificou como demonstrativa da sua vontade dos militantes, sobretudo depois do processo conturbado que levou à desistência da lista B.
Ao longo de várias semanas, António Jorge Lopes, antigo vereador laranja e que já foi várias vezes presidente da concelhia, levou a cabo uma campanha junto dos militantes laranjas com vista à sua eleição. Todavia, a lista de Lopes acabaria por apresentar a sua desistência às eleições na manhã do acto eleitoral.
Em causa esteve uma decisão do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD que dava conta de algumas irregularidades praticadas por Lopes e por Jorge Fazendas que se candidatava ao cargo de vice-presidente.
As irregularidades prenderam-se com o facto dos dois elementos procederem ao pagamento “massivo” das quotas de vários militantes, através das suas contas pessoais, o que ia contra aos estatutos e regulamentos do PSD, conforme vincou o parecer do Conselho de Jurisdição Nacional.
Entre os militantes abrangidos pelo pagamento, encontravam-se também alguns elementos da lista B, que foram impedidos de votar e de participar, porque o Concelho de Jurisdição não considerou válido o pagamento das quotas.
Jorge Lopes já explicou que foram os militantes que lhe solicitaram o pagamento das quotizações, e que lhe entregaram as verbas correspondentes.
Contudo e até à data António Jorge Lopes tem sido parco em explicações, no blogg de candidatura, lamenta a situação e diz não aceitar a decisão do Conselho de Jurisdição Nacional, referindo que o partido tem dois pesos e duas medidas para a mesma situação “num só dia, foram pagas por vale postal dezenas de quotas de militantes nos CTT de Azambuja. E esses militantes puderam votar” acrescentando que”as quotas que foram pagas por transferência bancária em dias diferentes e em horas diferentes, foram considerados como pagamentos em massa, pelo que esses militantes não puderam votar, apesar de terem dado o respectivo dinheiro e de assinarem uma declaração a autorizar essa operação bancária”.
Nesse sentido Lopes lançou duras criticas ao presidente do partido vincando que “o caderno eleitoral foi "martelado" pelos serviços tutelados pelo Dr. Marques Mendes e que as eleições deste sábado não foram sérias”. A esta situação acresce ainda o facto de Lopes ser um dos apoiantes de Luis Filipe Menezes na corrida à presidência do PSD.
Sobre este tema, Luís Leandro não tece grandes comentários. “O militante Jorge Lopes fez uma reclamação junto do Conselho de Jurisdição. Este não lhe deu razão. Ponto final.”, afirmou, salientando que “aquilo que me preocupa é a má forma como o PS está a governar o concelho e transmitir aos munícipes as propostas do PSD. Guerrilhas internas não me interessam e, conforme o demonstraram, também não interessam aos militantes do PSD”.
Segundo o agora reeleito presidente, o PSD irá “continuar o seu trabalho de oposição, intensificando o à medida em que se aproximam as eleições”, salientando que caberá aos militantes escolher o próximo candidato à Câmara.
Embora a sua lista tenha sido a única a ir a votos, Leandro salientou a elevada participação dos militantes neste escrutínio, que classificou como demonstrativa da sua vontade dos militantes, sobretudo depois do processo conturbado que levou à desistência da lista B.
Ao longo de várias semanas, António Jorge Lopes, antigo vereador laranja e que já foi várias vezes presidente da concelhia, levou a cabo uma campanha junto dos militantes laranjas com vista à sua eleição. Todavia, a lista de Lopes acabaria por apresentar a sua desistência às eleições na manhã do acto eleitoral.
Em causa esteve uma decisão do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD que dava conta de algumas irregularidades praticadas por Lopes e por Jorge Fazendas que se candidatava ao cargo de vice-presidente.
As irregularidades prenderam-se com o facto dos dois elementos procederem ao pagamento “massivo” das quotas de vários militantes, através das suas contas pessoais, o que ia contra aos estatutos e regulamentos do PSD, conforme vincou o parecer do Conselho de Jurisdição Nacional.
Entre os militantes abrangidos pelo pagamento, encontravam-se também alguns elementos da lista B, que foram impedidos de votar e de participar, porque o Concelho de Jurisdição não considerou válido o pagamento das quotas.
Jorge Lopes já explicou que foram os militantes que lhe solicitaram o pagamento das quotizações, e que lhe entregaram as verbas correspondentes.Contudo e até à data António Jorge Lopes tem sido parco em explicações, no blogg de candidatura, lamenta a situação e diz não aceitar a decisão do Conselho de Jurisdição Nacional, referindo que o partido tem dois pesos e duas medidas para a mesma situação “num só dia, foram pagas por vale postal dezenas de quotas de militantes nos CTT de Azambuja. E esses militantes puderam votar” acrescentando que”as quotas que foram pagas por transferência bancária em dias diferentes e em horas diferentes, foram considerados como pagamentos em massa, pelo que esses militantes não puderam votar, apesar de terem dado o respectivo dinheiro e de assinarem uma declaração a autorizar essa operação bancária”.
Nesse sentido Lopes lançou duras criticas ao presidente do partido vincando que “o caderno eleitoral foi "martelado" pelos serviços tutelados pelo Dr. Marques Mendes e que as eleições deste sábado não foram sérias”. A esta situação acresce ainda o facto de Lopes ser um dos apoiantes de Luis Filipe Menezes na corrida à presidência do PSD.
Sobre este tema, Luís Leandro não tece grandes comentários. “O militante Jorge Lopes fez uma reclamação junto do Conselho de Jurisdição. Este não lhe deu razão. Ponto final.”, afirmou, salientando que “aquilo que me preocupa é a má forma como o PS está a governar o concelho e transmitir aos munícipes as propostas do PSD. Guerrilhas internas não me interessam e, conforme o demonstraram, também não interessam aos militantes do PSD”.
Monday, July 16, 2007
Amigos do alheio vandalizam floreiras em Vila franca

O desaparecimento e o vandalismo das floreiras na cidade de Vila Franca de Xira, está a preocupar os munícipes que alertaram o Vida Ribatejana para a situação que se vive um pouco por toda a cidade. A Junta de Freguesia já está a seguir o caso e promete tomar medidas.
A Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira diz que está atenta ao desaparecimento das ligas de metal que adornam as floreiras da cidade de Vila Franca de Xira.
O furto daqueles materiais, tem sido uma constante nos últimos meses, o que já levou, por exemplo, os comerciantes do mercado municipal da cidade a pedir a intervenção das autoridades.
José Fidalgo presidente da junta de freguesia, que tem como obrigação a preservação e manutenção daquelas floreiras, disse ao Vida Ribatejana que “quem faz aquilo confunde o metal com cobre ou com latão” salientando que os autores da brincadeira “pensam que vão ter algum rendimento com o furto”.
Fidalgo considera que os actos de furtar as ligas de metal “são um mero exercício de vandalismo puro”. O autarca diz que os furtos estão a estender-se por toda a freguesia, e para o futuro promete tomar previdências.
Fidalgo rejeita a ideia de recolocar as ligas de novo nas floreiras, mas em compensação ó presidente da junta promete outros materiais e avisa os autores da brincadeira que “o divertimento pode ser feito de outras maneiras. Deixem as plantas em paz” lembrando que as floreiras são “um bem de todos nós e por uma questão de respeito e bom senso parassem com a brincadeira”.
A decoração das floreiras será a partir de agora diferente. O autarca promete que pouco a pouco, a junta, e na medida das possibilidades irá reagindo aos actos de vandalismo.
A junta está agora a estudar outras formas de decoração das floreiras. A solução poderá passar pela pintura de uma faixa de cor idêntica ás ligas subtraídas. Uma solução mais barata e duradoura, como refere José Fidalgo.
Por outro lado, o autarca lembra que também a incúria dos condutores é responsável pelo mau estado das floreiras. Fidalgo diz que não poucas as vezes que os carros batem nas floreiras ou nas grades, deixando prejuízos para os outros. Além disso, há também os bancos de jardim que são constantemente virados “nós colocamo-los no sitio e eles voltam a vira-los outra vez, andamos aqui numa competição que não sei muito bem quem está a ganhar”.
Fidalgo refere que a junta não consegue controlar o “vandalismo” e por isso procura reagir à medida que as coisas vão acontecendo.
Por outro lado, José Fidalgo diz que o vandalismo não é restrito apenas ás floreiras e aos bancos.
Os sinais de trânsito de alumínio, são outros dos alvos dos amigos do alheio, que são vendidos a bom preço.
A Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira diz que está atenta ao desaparecimento das ligas de metal que adornam as floreiras da cidade de Vila Franca de Xira.
O furto daqueles materiais, tem sido uma constante nos últimos meses, o que já levou, por exemplo, os comerciantes do mercado municipal da cidade a pedir a intervenção das autoridades.
José Fidalgo presidente da junta de freguesia, que tem como obrigação a preservação e manutenção daquelas floreiras, disse ao Vida Ribatejana que “quem faz aquilo confunde o metal com cobre ou com latão” salientando que os autores da brincadeira “pensam que vão ter algum rendimento com o furto”.
Fidalgo considera que os actos de furtar as ligas de metal “são um mero exercício de vandalismo puro”. O autarca diz que os furtos estão a estender-se por toda a freguesia, e para o futuro promete tomar previdências.
Fidalgo rejeita a ideia de recolocar as ligas de novo nas floreiras, mas em compensação ó presidente da junta promete outros materiais e avisa os autores da brincadeira que “o divertimento pode ser feito de outras maneiras. Deixem as plantas em paz” lembrando que as floreiras são “um bem de todos nós e por uma questão de respeito e bom senso parassem com a brincadeira”.
A decoração das floreiras será a partir de agora diferente. O autarca promete que pouco a pouco, a junta, e na medida das possibilidades irá reagindo aos actos de vandalismo.
A junta está agora a estudar outras formas de decoração das floreiras. A solução poderá passar pela pintura de uma faixa de cor idêntica ás ligas subtraídas. Uma solução mais barata e duradoura, como refere José Fidalgo.
Por outro lado, o autarca lembra que também a incúria dos condutores é responsável pelo mau estado das floreiras. Fidalgo diz que não poucas as vezes que os carros batem nas floreiras ou nas grades, deixando prejuízos para os outros. Além disso, há também os bancos de jardim que são constantemente virados “nós colocamo-los no sitio e eles voltam a vira-los outra vez, andamos aqui numa competição que não sei muito bem quem está a ganhar”.
Fidalgo refere que a junta não consegue controlar o “vandalismo” e por isso procura reagir à medida que as coisas vão acontecendo.
Por outro lado, José Fidalgo diz que o vandalismo não é restrito apenas ás floreiras e aos bancos.
Os sinais de trânsito de alumínio, são outros dos alvos dos amigos do alheio, que são vendidos a bom preço.
General "tito" encontrada sem vida em casa
Maria Teresinha a mulher que se fez passar por Tito Paixão, foi encontrada morta em sua casa em Ferraguda, zona do Carregado.
A mulher que durante anos viveu de expedientes e enganou a policia, morreu sozinha e só foi encontrada, presume-se dias depois do óbito.
Maria Teresinha, a mulher que se fez passar por um general do exército, foi encontrada sem vida na casa onde habitava há alguns anos em Ferraguda, freguesia do Carregado.
Segundo uma fonte policial contactada pelo Vida Ribatejana, Maria Teresinha estava incontactável desde o dia 22, altura em que atendeu o ultimo telefonema dos familiares com quem vivia, e com quem recusou partilhar uma mini-férias, alegando problemas de saúde.
O facto de não atender o telefone, levantou suspeitas à família, que regressou no passado sábado a casa e deparou com Maria Teresinha já sem vida, apresentando o corpo alguns sinais de decomposição já avançada.
Segundo a mesma fonte contactada pelo Vida Ribatejana, não foi possível por enquanto determinar a causa da morte, contudo à partida está afastada a tese de homicídio, prevalecendo a morte por doença.
O corpo será alvo de autópsia para determinar as causas da morte no Instituto de Medicina Legal em Lisboa, só depois será entregue à família, para a realização das cerimónias fúnebres.
Em vida Maria Teresinha viveu histórias rocambolescas. Durante 17 anos fez-se passar por um importante General do exército.
Era conhecida no meio como “Tito Paixão Gomes” uma situação que conseguiu manter graças ao aspecto físico, um porte altivo e emproado, com uma farda com estrelas reluzentes que enganaram toda a gente. Até a companheira Joaquina, com quem viveu 17 anos.
O nome de Tito Paixão foi buscar ao irmão que morreu de pneumonia no Funchal, local onde era natural e com 20 meses de idade.
Foi devido a um desgosto amoroso que veio para Lisboa, tendo sido dada como desaparecida pouco tempo depois, porque também nunca disse a ninguém que iria sair do Funchal.
A comunicação social da época, acreditava que Maria Teresinha se teria suicidado do cimo de uma falésia e que o corpo fora arrastado pelo mar da Madeira
Porém o destino foi outro. Veio para Lisboa, cortou o cabelo curto e adquiriu uma nova pose. A pose militar.
Em 1974, encomendou num alfaiate da Baixa de Lisboa uma farda de general do Exército e numa loja do Rossio comprou as insígnias.
Pouco tempo depois do 25 de Abril conheceu Joaquina Conceição da Costa com quem viria a fazer vida em comum, e foram viver para os arredores de Lisboa.
Pouco tempo depois conseguiu convencer uma vizinha a lhe dar dinheiro que supostamente seria aplicado nos estados unidos.
Os 2500 contos que a vizinha lhe confiou terão sido entretanto investidos na compra da vivenda ‘Saudade’, em Alenquer, para onde foi viver com Joaquina da Costa.Maria Teresinha vivia de expedientes e foram as burlas que fizeram com que a policia desconfiasse.
Durante anos, os investigadores procuravam Tito Paixão, mas em pouco tempo descobriram que havia uma mulher com o mesmo apelido desaparecida na Madeira desde meados dos anos 60.
Em 1992 foi detida e a farda confiscada. No IML (Instituto de Medicina Legal) foi fotografada sem roupa, e as dúvidas dissiparam-se.
Desde então viveu desde o julgamento em Ferraguda, e até aos últimos dias, sempre se vestiu como um homem.
A mulher que durante anos viveu de expedientes e enganou a policia, morreu sozinha e só foi encontrada, presume-se dias depois do óbito.
Maria Teresinha, a mulher que se fez passar por um general do exército, foi encontrada sem vida na casa onde habitava há alguns anos em Ferraguda, freguesia do Carregado.
Segundo uma fonte policial contactada pelo Vida Ribatejana, Maria Teresinha estava incontactável desde o dia 22, altura em que atendeu o ultimo telefonema dos familiares com quem vivia, e com quem recusou partilhar uma mini-férias, alegando problemas de saúde.
O facto de não atender o telefone, levantou suspeitas à família, que regressou no passado sábado a casa e deparou com Maria Teresinha já sem vida, apresentando o corpo alguns sinais de decomposição já avançada.
Segundo a mesma fonte contactada pelo Vida Ribatejana, não foi possível por enquanto determinar a causa da morte, contudo à partida está afastada a tese de homicídio, prevalecendo a morte por doença.
O corpo será alvo de autópsia para determinar as causas da morte no Instituto de Medicina Legal em Lisboa, só depois será entregue à família, para a realização das cerimónias fúnebres.
Em vida Maria Teresinha viveu histórias rocambolescas. Durante 17 anos fez-se passar por um importante General do exército.
Era conhecida no meio como “Tito Paixão Gomes” uma situação que conseguiu manter graças ao aspecto físico, um porte altivo e emproado, com uma farda com estrelas reluzentes que enganaram toda a gente. Até a companheira Joaquina, com quem viveu 17 anos.
O nome de Tito Paixão foi buscar ao irmão que morreu de pneumonia no Funchal, local onde era natural e com 20 meses de idade.
Foi devido a um desgosto amoroso que veio para Lisboa, tendo sido dada como desaparecida pouco tempo depois, porque também nunca disse a ninguém que iria sair do Funchal.
A comunicação social da época, acreditava que Maria Teresinha se teria suicidado do cimo de uma falésia e que o corpo fora arrastado pelo mar da Madeira
Porém o destino foi outro. Veio para Lisboa, cortou o cabelo curto e adquiriu uma nova pose. A pose militar.
Em 1974, encomendou num alfaiate da Baixa de Lisboa uma farda de general do Exército e numa loja do Rossio comprou as insígnias.
Pouco tempo depois do 25 de Abril conheceu Joaquina Conceição da Costa com quem viria a fazer vida em comum, e foram viver para os arredores de Lisboa.
Pouco tempo depois conseguiu convencer uma vizinha a lhe dar dinheiro que supostamente seria aplicado nos estados unidos.
Os 2500 contos que a vizinha lhe confiou terão sido entretanto investidos na compra da vivenda ‘Saudade’, em Alenquer, para onde foi viver com Joaquina da Costa.Maria Teresinha vivia de expedientes e foram as burlas que fizeram com que a policia desconfiasse.
Durante anos, os investigadores procuravam Tito Paixão, mas em pouco tempo descobriram que havia uma mulher com o mesmo apelido desaparecida na Madeira desde meados dos anos 60.
Em 1992 foi detida e a farda confiscada. No IML (Instituto de Medicina Legal) foi fotografada sem roupa, e as dúvidas dissiparam-se.
Desde então viveu desde o julgamento em Ferraguda, e até aos últimos dias, sempre se vestiu como um homem.
Wednesday, July 04, 2007
Vamos ao cinema 1
Aqui deixo uma segestão. Os 50 anos do rancho Folclorico Ceifeiras e Campinos de Azambuja. Um fantastico filme realizado por Nuno Dias, que aproveitou uma recolha de imagens com meio século de existência.Esta é a primeira parte... divirtam-se
Monday, July 02, 2007
Fundo do Tejo irregular ceifa vidas

O praia da Casa Branca em Azambuja tem sido notícia pelas piores razões. O local não é uma praia e por isso não tem segurança para que os veraneantes se banhem nas águas do Tejo. Talvez por isso se explique que nos últimos 5 anos morreu uma pessoa por ano naquele braço do Tejo.
A sonda do barco dos bombeiros de Azambuja não engana. À medida que vai subindo o Tejo, o aparelho vai medindo a profundidade do rio. Há locais onde os fundões são verdadeiras armadilhas. Segundo Pedro Cardoso comandante dos voluntários azambujenses, há locais onde a irregularidade dos terrenos passa de um metro para dez, constituindo um perigo aos veraneantes que todos os anos desafiam a correntes do Tejo.
Esta poderá ter sido a causa da morte de José Fernando no passado mês de Junho. Pedro Cardoso aponta não só os fundões, como também as redes ilegais da pesca dos meixão que proliferam no Tejo.
O operacional diz ter quase a certeza que “o corpo estava envolto nas redes. E quando houve autorização das autoridades para cortar as redes, o corpo apareceu pouco depois”.
Ao Vida Ribatejana Cardoso destaca a perigosidade destas redes. O comandante lembra que há pouco tempo os voluntários tiveram de socorrer uma embarcação no Tejo que cuja hélice estava presa nas redes de pesca.
Das margens não se dá conta, mas numa reportagem no Verão de 2005, o Vida Ribatejana constatou que existem muitas redes, e pouco espaçadas entre si no Tejo. Muitas não são sinalizadas convenientemente, e as que têm algum tipo de sinalização, utilizam garrafas ou garrafões de plástico, o que de noite deixa de ter qualquer visibilidade.
Há muito, que os serviços de protecção da natureza da GNR e Bombeiros, alertam para os perigos destas redes, mas o facto da pesca do meixão ser ilegal, não dissuade os prevaricadores, que segundo as autoridades, são muitas vezes pescadores que tentam aumentar o magro rendimento que auferem com as pescas.
Não há estatísticas concretas mas todos os anos, morre uma pessoa nas águas do Tejo. Pedro Cardoso não se cansa de alertar para o facto da “casa branca” não estar classificada como uma praia, não existindo por isso meios de vigilância ou de socorro no local.
Para este Verão, o operacional espera da parte dos veraneantes mais atenção, embora reconheça que a tentação em ceder a um mergulho, nos dais mais quentes, é muitas vezes difícil. O próprio operacional refere que “a praia não tem segurança. Não é uma praia é um braço do rio que tem alguma areia e um parque de lazer” sublinhando que a utilização que dão ao espaço é idêntico a uma praia, mas o facto é que a “Casa Branca não é uma praia”, lembrando ainda que “o Tejo é perigoso e traiçoeiro”.
Uma das provas de perigosidade do rio, está relacionado com a morte do pescador amador. As águas do Tejo são turvas “e debaixo de água não vê mais do que um palmo à frente da vista” fazendo com que no caso do resgate do pescador os mergulhadores tivessem de se socorrer da apalpação do fundo do rio.
As fortes correntes e o lixo acumulado, são também fonte de problemas, não só para os veraneantes, como para os bombeiros no caso de um resgate no Tejo.
As dificuldades do Tejo para resgatar o corpo do pescador, foram sentidas pelos bombeiros e observadas à distância pelos populares. Os mesmos que muitas vezes desafiam as correntes do Tejo.
João Antunes do Cartaxo, ainda se lembra de passar o Tejo a pé para a outra margem “eram outros tempos. Havia arraiais na outra banda, a malta passava e não havia estes fundões”. Fátima Sequeira, recorda também “antes até nadávamos no Tejo. A corrente sempre foi forte, de vez em quando lá ficava alguém afogado, mas agora tem sido demais” conta esta cabeleireira de Lisboa que escolhe s casa Branca para montar a tenta e fazer umas ferias no campo longe da confusão dos parques de campismo.
Aliás alguns dos populares que acompanhavam a operação de resgate do pescador, são visitas habituais na Casa Branca. Firmino Jorge é também um habitual frequentador do espaço “de vez em quando la vou ao banho. Sei que a praia não tem muitas condições. Mas sou reformado e aqui é mais barato”. Mas o que os utilizadores reclamam com mais vigor é a abertura do bar.
O espaço que deverá ser concessionado pela Câmara para este Verão, apresenta evidentes sinais de abandono e de vandalismo. As portas das casas de banho estão fora do sitio, e à noite o local, embora iluminado, é frequentado por toxicodependentes o que faz aumentar o receio dos que acampam junto ao Tejo, pese embora o facto daquele não ser um parque de campismo. Firmino considera importante o bar “não só dá apoio ao fim de semana, como durante a semana à noite afasta os vândalos daqui” refere. João Antunes, está de acordo com Firmino, mas ressalva o facto do espaço precisar de ser valorizado “com um arranjo para que as pessoas tenham gosto em vir aqui” já sobre os perigos do rio Tejo afiança “de vez em quando vou ao banho. Mas tenho o cuidado de ver como está a maré” disse.
A sonda do barco dos bombeiros de Azambuja não engana. À medida que vai subindo o Tejo, o aparelho vai medindo a profundidade do rio. Há locais onde os fundões são verdadeiras armadilhas. Segundo Pedro Cardoso comandante dos voluntários azambujenses, há locais onde a irregularidade dos terrenos passa de um metro para dez, constituindo um perigo aos veraneantes que todos os anos desafiam a correntes do Tejo.
Esta poderá ter sido a causa da morte de José Fernando no passado mês de Junho. Pedro Cardoso aponta não só os fundões, como também as redes ilegais da pesca dos meixão que proliferam no Tejo.
O operacional diz ter quase a certeza que “o corpo estava envolto nas redes. E quando houve autorização das autoridades para cortar as redes, o corpo apareceu pouco depois”.
Ao Vida Ribatejana Cardoso destaca a perigosidade destas redes. O comandante lembra que há pouco tempo os voluntários tiveram de socorrer uma embarcação no Tejo que cuja hélice estava presa nas redes de pesca.
Das margens não se dá conta, mas numa reportagem no Verão de 2005, o Vida Ribatejana constatou que existem muitas redes, e pouco espaçadas entre si no Tejo. Muitas não são sinalizadas convenientemente, e as que têm algum tipo de sinalização, utilizam garrafas ou garrafões de plástico, o que de noite deixa de ter qualquer visibilidade.
Há muito, que os serviços de protecção da natureza da GNR e Bombeiros, alertam para os perigos destas redes, mas o facto da pesca do meixão ser ilegal, não dissuade os prevaricadores, que segundo as autoridades, são muitas vezes pescadores que tentam aumentar o magro rendimento que auferem com as pescas.
Não há estatísticas concretas mas todos os anos, morre uma pessoa nas águas do Tejo. Pedro Cardoso não se cansa de alertar para o facto da “casa branca” não estar classificada como uma praia, não existindo por isso meios de vigilância ou de socorro no local.
Para este Verão, o operacional espera da parte dos veraneantes mais atenção, embora reconheça que a tentação em ceder a um mergulho, nos dais mais quentes, é muitas vezes difícil. O próprio operacional refere que “a praia não tem segurança. Não é uma praia é um braço do rio que tem alguma areia e um parque de lazer” sublinhando que a utilização que dão ao espaço é idêntico a uma praia, mas o facto é que a “Casa Branca não é uma praia”, lembrando ainda que “o Tejo é perigoso e traiçoeiro”.Uma das provas de perigosidade do rio, está relacionado com a morte do pescador amador. As águas do Tejo são turvas “e debaixo de água não vê mais do que um palmo à frente da vista” fazendo com que no caso do resgate do pescador os mergulhadores tivessem de se socorrer da apalpação do fundo do rio.
As fortes correntes e o lixo acumulado, são também fonte de problemas, não só para os veraneantes, como para os bombeiros no caso de um resgate no Tejo.
As dificuldades do Tejo para resgatar o corpo do pescador, foram sentidas pelos bombeiros e observadas à distância pelos populares. Os mesmos que muitas vezes desafiam as correntes do Tejo.
João Antunes do Cartaxo, ainda se lembra de passar o Tejo a pé para a outra margem “eram outros tempos. Havia arraiais na outra banda, a malta passava e não havia estes fundões”. Fátima Sequeira, recorda também “antes até nadávamos no Tejo. A corrente sempre foi forte, de vez em quando lá ficava alguém afogado, mas agora tem sido demais” conta esta cabeleireira de Lisboa que escolhe s casa Branca para montar a tenta e fazer umas ferias no campo longe da confusão dos parques de campismo.
Aliás alguns dos populares que acompanhavam a operação de resgate do pescador, são visitas habituais na Casa Branca. Firmino Jorge é também um habitual frequentador do espaço “de vez em quando la vou ao banho. Sei que a praia não tem muitas condições. Mas sou reformado e aqui é mais barato”. Mas o que os utilizadores reclamam com mais vigor é a abertura do bar.
O espaço que deverá ser concessionado pela Câmara para este Verão, apresenta evidentes sinais de abandono e de vandalismo. As portas das casas de banho estão fora do sitio, e à noite o local, embora iluminado, é frequentado por toxicodependentes o que faz aumentar o receio dos que acampam junto ao Tejo, pese embora o facto daquele não ser um parque de campismo. Firmino considera importante o bar “não só dá apoio ao fim de semana, como durante a semana à noite afasta os vândalos daqui” refere. João Antunes, está de acordo com Firmino, mas ressalva o facto do espaço precisar de ser valorizado “com um arranjo para que as pessoas tenham gosto em vir aqui” já sobre os perigos do rio Tejo afiança “de vez em quando vou ao banho. Mas tenho o cuidado de ver como está a maré” disse.
Saturday, June 30, 2007
TERRENOS DA OPEL VENDIDOS Á TURIPROJECTO

A empresa TURIPROJECTO assinou ontem (sexta-feira) o contrato de compra e venda dos terrenos da Opel- Azambuja.
Conforme avançou o EXTRA – DIGITAL o negócio passa pela implantação de um complexo empresarial, vocacionado para o mundo dos negócios, mas também para a vertente social.
Conforme avança o jornal Publico de hoje “O grupo Turiprojecto, sediado em Alverca, foi o vencedor do concurso lançado pela General Motors Portugal (GMP) para a venda do espaço da antiga fábrica da Opel de Azambuja”.
Mais avança que “pretende investir 80 milhões de euros numa área empresarial multifacetada que poderá criar cerca de 1380 postos de trabalho”.
José António Carmo, patrão da Turiprojecto, disse ao PÚBLICO que está convicto de que a avaliação e a escolha da GMP tiveram muito em conta a qualidade do projecto que apresentou e não só o volume financeiro, admitindo até que existissem propostas mais elevadas. "A nossa proposta era a melhor em termos da diversidade, da qualidade do projecto e do impacte na região ao nível da criação de emprego", vincou.
Criação de emprego
Conforme avançou o EXTRA – DIGITAL o negócio passa pela implantação de um complexo empresarial, vocacionado para o mundo dos negócios, mas também para a vertente social.
Conforme avança o jornal Publico de hoje “O grupo Turiprojecto, sediado em Alverca, foi o vencedor do concurso lançado pela General Motors Portugal (GMP) para a venda do espaço da antiga fábrica da Opel de Azambuja”.
Mais avança que “pretende investir 80 milhões de euros numa área empresarial multifacetada que poderá criar cerca de 1380 postos de trabalho”.
José António Carmo, patrão da Turiprojecto, disse ao PÚBLICO que está convicto de que a avaliação e a escolha da GMP tiveram muito em conta a qualidade do projecto que apresentou e não só o volume financeiro, admitindo até que existissem propostas mais elevadas. "A nossa proposta era a melhor em termos da diversidade, da qualidade do projecto e do impacte na região ao nível da criação de emprego", vincou.
Criação de emprego
A filial portuguesa da GM garante que os principais factores que presidiram à sua decisão de vender o espaço à Turiprojecto foram "a criação de emprego e o potencial de desenvolvimento para a região de Azambuja".José António Carmo diz que vai tentar recuperar o que for possível das antigas instalações da Opel, mas que "boa parte" da fábrica terá que ser demolida "porque está em mau estado ou não se consegue adaptar". O empresário, que já foi autarca na Câmara de Vila Franca de Xira e na Junta de Alverca, afirma que este projecto não está dependente da construção do aeroporto na Ota, porque deverá estar desenvolvido num horizonte de quatro anos e o aeroporto, se se confirmar naquela área, ainda demorará perto de dez anos. No seu entender, para além da dinâmica já existente em Azambuja, serão importantes novas acessibilidades como a ponte sobre o Tejo que a Brisa vai inaugurar no dia 8 e que fica a menos de 10 quilómetros da antiga Opel
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Wednesday, June 27, 2007
Terrenos da Opel dão lugar a Complexo Empresarial
A antiga fábrica da Opel deverá dar lugar em breve a um complexo empresarial. A garantia foi dada por Joaquim Ramos, presidente da Câmara Municipal de Azambuja à Rádio Ribatejo, que sublinhou o facto de ter na agenda algumas reuniões com a empresa interessada.
O edil considera que o espaço poderá ter no futuro um papel muito importante na economia do município, já que com o encerramento da Opel em Dezembro, mais de 400 pessoas ficaram no desemprego.
Joaquim Ramos assegura que “o espaço já foi adquirido por um grupo português, que tem um projecto interessante para o aproveitamento daquelas instalações”.
O terreno que em tempos foi consagrado à Ford e à Opel – Portugal, poderá integrar um complexo empresarial com várias valências. Ramos enumera entre outras, estão as valências de índole social e cultural, adiantando que nesta altura está expectante quanto ao assunto.
O espaço será loteado, para que outras empresas e de vários sectores, possam ali fixar-se. Segundo Joaquim Ramos, que ainda não conhece em profundidade o projecto, o espaço poderá englobar “áreas de logística, de escritório, áreas comerciais, socais e produtiva. Será um núcleo empresarial polivalente” preferindo não adiantar o nome da empresa que negociou com a Opel a aquisição dos terrenos.
Todavia há problemas que ainda não foram ultrapassados face à antiga fábrica da Opel. Dos cerca de 400 desempregados residentes no município de Azambuja, ainda há muitos que não encontraram qualquer ocupação.
Joaquim Ramos, diz que todos os esforços prometidos pela autarquia em conjunto com o centro de emprego, têm estado no terreno, mas os valores de remuneração dos antigos empregados da Opel, são mais elevados do que na generalidade das empresas da região. Ramos acrescenta ainda que “é difícil para as pessoas que têm ainda subsídio de desemprego, e que receberam indemnizações inerentes do processo colectivo de despedimento, aceitaram uma colocação que lhes baixe os rendimentos. A juntar a esta situação acresce ainda o facto “do mercado de emprego em Portugal estar relativamente estagnado” refere Joaquim Ramos.
Na passada segunda-feira, Joaquim Ramos reuniu também na CCDR (Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional) com representantes da Opel e da empresa Duarte e Marques. Em causa a queixa que a empresa Duarte e Marques fez contra a Opel Portugal, pela drenagem incorrecta das águas dos parques de estacionamento, que confluem para os terrenos da empresa.
O diferendo que opunha as empresas só foi ultrapassado em tribunal e a autarquia deu agora à Opel 120 dias para regularizar a situação.
O edil considera que o espaço poderá ter no futuro um papel muito importante na economia do município, já que com o encerramento da Opel em Dezembro, mais de 400 pessoas ficaram no desemprego.
Joaquim Ramos assegura que “o espaço já foi adquirido por um grupo português, que tem um projecto interessante para o aproveitamento daquelas instalações”.
O terreno que em tempos foi consagrado à Ford e à Opel – Portugal, poderá integrar um complexo empresarial com várias valências. Ramos enumera entre outras, estão as valências de índole social e cultural, adiantando que nesta altura está expectante quanto ao assunto.
O espaço será loteado, para que outras empresas e de vários sectores, possam ali fixar-se. Segundo Joaquim Ramos, que ainda não conhece em profundidade o projecto, o espaço poderá englobar “áreas de logística, de escritório, áreas comerciais, socais e produtiva. Será um núcleo empresarial polivalente” preferindo não adiantar o nome da empresa que negociou com a Opel a aquisição dos terrenos.
Todavia há problemas que ainda não foram ultrapassados face à antiga fábrica da Opel. Dos cerca de 400 desempregados residentes no município de Azambuja, ainda há muitos que não encontraram qualquer ocupação.
Joaquim Ramos, diz que todos os esforços prometidos pela autarquia em conjunto com o centro de emprego, têm estado no terreno, mas os valores de remuneração dos antigos empregados da Opel, são mais elevados do que na generalidade das empresas da região. Ramos acrescenta ainda que “é difícil para as pessoas que têm ainda subsídio de desemprego, e que receberam indemnizações inerentes do processo colectivo de despedimento, aceitaram uma colocação que lhes baixe os rendimentos. A juntar a esta situação acresce ainda o facto “do mercado de emprego em Portugal estar relativamente estagnado” refere Joaquim Ramos.
Na passada segunda-feira, Joaquim Ramos reuniu também na CCDR (Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional) com representantes da Opel e da empresa Duarte e Marques. Em causa a queixa que a empresa Duarte e Marques fez contra a Opel Portugal, pela drenagem incorrecta das águas dos parques de estacionamento, que confluem para os terrenos da empresa.
O diferendo que opunha as empresas só foi ultrapassado em tribunal e a autarquia deu agora à Opel 120 dias para regularizar a situação.
Alenquer prepara-se para projecto de "UM" Bilião de Euros
A Igreja Católica Ortodoxa de Portugal pretende construir uma espécie de mini-cidade, no valor de um bilião de euros, nas imediações da freguesia de Abrigada. A Câmara de Alenquer ainda não se pronunciou sobre a viabilidade do empreendimento, mas Álvaro Pedro admite que pode ser uma mais valia para o município.
A Câmara Municipal de Alenquer está a estudar a hipótese de autorizar a construção de uma mini-cidade na freguesia da Abrigada. O projecto pertence à Igreja Ortodoxa de Portugal, que recentemente enviou à autarquia uma carta de intenções, onde reflecte a hipótese da construção de um empreendimento na freguesia.
O projecto cuja aquisição dos terrenos depende da autorização da autarquia, está orçado num bilião de euros, e estende-se por 154 hectares
Álvaro Pedro presidente da Câmara de Alenquer, disse ao Vida Ribatejana que o projecto já deu entrada nos serviços e que os responsáveis da igreja apenas aguardam a informação dos serviços de urbanismo, no sentido de saberes se e onde se pode construir.
O autarca refere contudo, que os terrenos em causa “têm uma zona de reserva ecológica nacional (REN), mas não vai ser ocupada”.
Por outro lado o edil salienta o restante espaço é urbanizavel, tem alguns locais classificados para edificação de estruturas de apoio a equipamento. O espaço possui ainda outras áreas, mas para permitir a construção é necessário, segundo Álvaro Pedro, a elaboração de planos de pormenor.
O edil considera que este projecto, no caso de ser concretizado, é uma mais valia para o município, mas sobretudo para aquela zona.
Na reunião de Câmara do dia 12 de Junho, todos os vereadores questionaram se o projecto seria acertou ou não à comunidade. Tanto ao nível de empregos, como ao nível do usufruto dos equipamentos. Álvaro Pedro esclareceu que essas questões já foram em parte respondidas pela Igreja, e salienta que “tanto o pavilhão multiusos como os restantes equipamentos serão abertos ao público. Por isso é de vital interesse para o concelho”.
Para além do pavilhão multiusos, o empreendimento terá um hotel, zona de lazer e uma parte urbanizavél destinada à construção de casas, para compra e venda, contudo esta ultima parte ainda está dependente da resposta do plano de pormenor.
Na mesma reunião de Câmara, os vereadores questionaram se os possíveis postos de trabalho levados a cabo pelo projecto, seriam apenas para elementos ligados à igreja. Álvaro Pedro diz que não, e que a indicação que tem é que “os trabalhadores à semelhança dos utentes do espaços, são de qualquer religião, sem distinções”.
O projecto está ainda nas mãos dos serviços de urbanismo da autarquia, e a resposta poderá ser dada aos promotores dentro de algumas semanas.
A Câmara Municipal de Alenquer está a estudar a hipótese de autorizar a construção de uma mini-cidade na freguesia da Abrigada. O projecto pertence à Igreja Ortodoxa de Portugal, que recentemente enviou à autarquia uma carta de intenções, onde reflecte a hipótese da construção de um empreendimento na freguesia.
O projecto cuja aquisição dos terrenos depende da autorização da autarquia, está orçado num bilião de euros, e estende-se por 154 hectares
Álvaro Pedro presidente da Câmara de Alenquer, disse ao Vida Ribatejana que o projecto já deu entrada nos serviços e que os responsáveis da igreja apenas aguardam a informação dos serviços de urbanismo, no sentido de saberes se e onde se pode construir.
O autarca refere contudo, que os terrenos em causa “têm uma zona de reserva ecológica nacional (REN), mas não vai ser ocupada”.
Por outro lado o edil salienta o restante espaço é urbanizavel, tem alguns locais classificados para edificação de estruturas de apoio a equipamento. O espaço possui ainda outras áreas, mas para permitir a construção é necessário, segundo Álvaro Pedro, a elaboração de planos de pormenor.
O edil considera que este projecto, no caso de ser concretizado, é uma mais valia para o município, mas sobretudo para aquela zona.
Na reunião de Câmara do dia 12 de Junho, todos os vereadores questionaram se o projecto seria acertou ou não à comunidade. Tanto ao nível de empregos, como ao nível do usufruto dos equipamentos. Álvaro Pedro esclareceu que essas questões já foram em parte respondidas pela Igreja, e salienta que “tanto o pavilhão multiusos como os restantes equipamentos serão abertos ao público. Por isso é de vital interesse para o concelho”.
Para além do pavilhão multiusos, o empreendimento terá um hotel, zona de lazer e uma parte urbanizavél destinada à construção de casas, para compra e venda, contudo esta ultima parte ainda está dependente da resposta do plano de pormenor.
Na mesma reunião de Câmara, os vereadores questionaram se os possíveis postos de trabalho levados a cabo pelo projecto, seriam apenas para elementos ligados à igreja. Álvaro Pedro diz que não, e que a indicação que tem é que “os trabalhadores à semelhança dos utentes do espaços, são de qualquer religião, sem distinções”.
O projecto está ainda nas mãos dos serviços de urbanismo da autarquia, e a resposta poderá ser dada aos promotores dentro de algumas semanas.
Aeroporto em Alcochete, Estado em tribunal

Se o futuro aeroporto não for para Ota. Joaquim Ramos está disposto em liderar um projecto apoio jurídico á população prejudicada pelas medidas preventivas adoptadas pelo governo nas aldeias nas proximidades do aeroporto.
Se o futuro aeroporto de Lisboa for para Alcochete, Joaquim Ramos admite liderar um processo para que os proprietários, com terrenos na zona condicionada pelo projecto, pecam uma indemnização ao estado por eventuais prejuízos.
Em entrevista ao programa Conversa Franca da Radio Ribatejo, Ramos diz que não acreditar que a decisão será para Alcochete “mas se por acaso em conclusão do estudo do LNEC (Laboratório Nacional de Engenheira Civil) se vier a concluir que o aeroporto irá para Alcochete” admite tomar a iniciativa “de montar um sistema de apoio jurídico, no sentido de ir a tribunal e colocar uma acção contra o Estado”. Em causa estão as medidas preventivas que têm condicionado o crescimento de algumas aldeias. São os casos dos Casais das Inglesas, Casais das Comeiras. Aveiras de Cima, entre outras no concelho de Azambuja.
Joaquim Ramos salienta que em Alcochete será muito mais difícil implantar o aeroporto e lembra que é lá que está situado o maior aquífero da península ibérica, e que as questões ambientais têm um peso significativo nestas situações.
Por outro lado, o presidente da Câmara de Azambuja, recorda que as autarquias limítrofes do futuro aeroporto de Ota incrementaram uma estratégia de desenvolvimento tendo em conta o aeroporto. Nesse sentido, Ramos considera “que os presidentes dessas câmaras devem meditar sobre as consequências politicas do falhanço dessa estratégia
Sobre a decisão do governo em avançar com a análise ao estudo apresentado pelo presidente da CIP (Confederação da Industria Portuguesa) o edil diz ter “dificuldade em entender a decisão do governo. Percebo-a como uma decisão conjuntural numa resposta a um pedido do Presidente da Republica no sentido de haver um consenso” todavia argumenta que a decisão data do ano de 1999 “e que era um dado adquirido quando entrei para a Câmara: foi depois confirmada pelo governo do PSD na legislatura do governo de Durão Barroso”.
O edil relembra ainda que este projecto foi apresentado publicamente pelo governo actual e diz estranhar que “até aí nunca se ouviu ninguém a contrariar a localização do aeroporto. À boa maneira portuguesa e quando as coisas começam a tomar forma, começa a levantar-se contra um coro de vozes, inclusivamente aqueles que eram defensores da localização na Ota”.
Ramos diz não entender as intenções do governo de José Sócrates, mas rejeita a teoria de Marcelo Rebelo de Sousa, que disse ao Rádio Clube Português, que este impasse tem como objectivo criar uma manobra de diversão tendo em conta as eleições na Câmara de Lisboa e a presidência portuguesa da União Europeia. Joaquim Ramos, diz não partilhar da “capacidade conspirativa” de Rebelo de Sousa.
Joaquim Ramos considera que a cedência do governo não será mais do que a cedência ao apelo de Cavaco Silva, mas alerta que esta decisão agora tomada poderá ser um “mau precedente” em todo o processo, mas salienta que concorda com a generalidade da estratégia do governo” que aponta um rumo, define objectivos, define uma estratégia e prazos e expõe a execução, nessa estratégia revejo-me. Nas estratégias de recuou tácito não revejo, sinceramente” disse.
Ainda sobre o estudo, diz não compreender o facto de existirem pessoas que encabecem o documento “ e que ainda por cima querem permanecer anónimos”, vincando que “é um estudo que me deixa de pé atrás. É financiado por um grupo de pessoas que querem ficar anónimas, eu pergunto que tipo de beneméritos são estes que querem dotar a nação de um estudo para uma melhor solução para o aeroporto. Isto cria-me alguma desconfiança” e admite ainda o facto dos empreendedores do documento, poderem ter na zona de Alcochete algum tipo de interesses.
Se o futuro aeroporto de Lisboa for para Alcochete, Joaquim Ramos admite liderar um processo para que os proprietários, com terrenos na zona condicionada pelo projecto, pecam uma indemnização ao estado por eventuais prejuízos.
Em entrevista ao programa Conversa Franca da Radio Ribatejo, Ramos diz que não acreditar que a decisão será para Alcochete “mas se por acaso em conclusão do estudo do LNEC (Laboratório Nacional de Engenheira Civil) se vier a concluir que o aeroporto irá para Alcochete” admite tomar a iniciativa “de montar um sistema de apoio jurídico, no sentido de ir a tribunal e colocar uma acção contra o Estado”. Em causa estão as medidas preventivas que têm condicionado o crescimento de algumas aldeias. São os casos dos Casais das Inglesas, Casais das Comeiras. Aveiras de Cima, entre outras no concelho de Azambuja.
Joaquim Ramos salienta que em Alcochete será muito mais difícil implantar o aeroporto e lembra que é lá que está situado o maior aquífero da península ibérica, e que as questões ambientais têm um peso significativo nestas situações.
Por outro lado, o presidente da Câmara de Azambuja, recorda que as autarquias limítrofes do futuro aeroporto de Ota incrementaram uma estratégia de desenvolvimento tendo em conta o aeroporto. Nesse sentido, Ramos considera “que os presidentes dessas câmaras devem meditar sobre as consequências politicas do falhanço dessa estratégia
Sobre a decisão do governo em avançar com a análise ao estudo apresentado pelo presidente da CIP (Confederação da Industria Portuguesa) o edil diz ter “dificuldade em entender a decisão do governo. Percebo-a como uma decisão conjuntural numa resposta a um pedido do Presidente da Republica no sentido de haver um consenso” todavia argumenta que a decisão data do ano de 1999 “e que era um dado adquirido quando entrei para a Câmara: foi depois confirmada pelo governo do PSD na legislatura do governo de Durão Barroso”.
O edil relembra ainda que este projecto foi apresentado publicamente pelo governo actual e diz estranhar que “até aí nunca se ouviu ninguém a contrariar a localização do aeroporto. À boa maneira portuguesa e quando as coisas começam a tomar forma, começa a levantar-se contra um coro de vozes, inclusivamente aqueles que eram defensores da localização na Ota”.
Ramos diz não entender as intenções do governo de José Sócrates, mas rejeita a teoria de Marcelo Rebelo de Sousa, que disse ao Rádio Clube Português, que este impasse tem como objectivo criar uma manobra de diversão tendo em conta as eleições na Câmara de Lisboa e a presidência portuguesa da União Europeia. Joaquim Ramos, diz não partilhar da “capacidade conspirativa” de Rebelo de Sousa.
Joaquim Ramos considera que a cedência do governo não será mais do que a cedência ao apelo de Cavaco Silva, mas alerta que esta decisão agora tomada poderá ser um “mau precedente” em todo o processo, mas salienta que concorda com a generalidade da estratégia do governo” que aponta um rumo, define objectivos, define uma estratégia e prazos e expõe a execução, nessa estratégia revejo-me. Nas estratégias de recuou tácito não revejo, sinceramente” disse.
Ainda sobre o estudo, diz não compreender o facto de existirem pessoas que encabecem o documento “ e que ainda por cima querem permanecer anónimos”, vincando que “é um estudo que me deixa de pé atrás. É financiado por um grupo de pessoas que querem ficar anónimas, eu pergunto que tipo de beneméritos são estes que querem dotar a nação de um estudo para uma melhor solução para o aeroporto. Isto cria-me alguma desconfiança” e admite ainda o facto dos empreendedores do documento, poderem ter na zona de Alcochete algum tipo de interesses.
Friday, June 22, 2007
Quartel da GNR de Aveiras de Cima “bloqueado”
Com verbas inscritas em PICCAC, o quartel da GNR de Aveiras de Cima está num impasse. Algumas divergências entre a GNR e o proprietário do terreno está a atrasar o processo e por isso o presidente da junta teme perder as verbas comunitárias
Justino Oliveira presidente da Junta de Freguesia de Aveiras de Cima diz que a Cruz Vermelha local considera que a GNR está a ser privilegiada no processo da construção do quartel.
Em causa está o facto daquela instituição ainda não ter o terreno para o seu quartel desbloqueado, que faz parte da Quinta do Mor.
Nesse sentido, e aproveitando uma visita do executivo municipal à freguesia, Justino Oliveira pediu a intervenção da Câmara municipal para ultrapassar esta questão, de modo a contentar a Cruz Vermelha, que na ultima assembleia de freguesia expôs mais uma vez o problema.
Joaquim Ramos presidente da Câmara Municipal de Azambuja, diz que é sensível aos problemas da Cruz Vermelha, mas lembra que no caso da GNR existem verbas em PIDDAC, e o terreno já está parcialmente desbloqueado, ao contrário do que acontece com a Cruz Vermelha “que tem definida uma parcela da Quinta do Mor para o seu quartel”.
Todavia o processo relativo à Cruz Vermelha está ainda demorado, porque a Quinta do Mor é uma AUGI (Área Urbana de Génese Ilegal) que ainda está em processo de constituição.
Já no que toca à GNR, Ramos lembra que esse é um processo mais fácil, mas que ainda permanece num impasse. Diz o autarca que a edilidade conseguiu que fossem disponibilizadas verbas para “que este ano fosse feito o quartel da GNR” acrescentando que esse é um processo que cabe, não à Câmara mas ao Ministério da Administração Interna.
Segundo Joaquim Ramos, a construção imediata do quartel da GNR está dependente dos proprietários, nomeadamente um particular e a Junta de Freguesia “que se devem entender”.
O autarca esclarece que o terreno em causa tem duas áreas. Uma urbana e outra para equipamentos. E é precisamente aí que as entidades não se entendem. A GNR quer fazer o seu quartel na área urbana mas o proprietário, diz que só cede o terreno ás forças de segurança se esta edificar o quartel na área de equipamentos, deixando a área urbana desimpedida para outras construções.
De acordo com Ramos, a divergência já se arrasta a algum tempo, e enquanto não for ultrapassada o quartel da GNR vai continuar a marcar passo.
Justino Oliveira, presidente da junta, teme que as verbas comunitárias se percam com este impasse. Nesse sentido o autarca diz que aguarda a algum tempo uma reunião com os serviços de urbanismo da Câmara, que possibilitará um possível entendimento.
Em causa está o facto daquela instituição ainda não ter o terreno para o seu quartel desbloqueado, que faz parte da Quinta do Mor.
Nesse sentido, e aproveitando uma visita do executivo municipal à freguesia, Justino Oliveira pediu a intervenção da Câmara municipal para ultrapassar esta questão, de modo a contentar a Cruz Vermelha, que na ultima assembleia de freguesia expôs mais uma vez o problema.
Joaquim Ramos presidente da Câmara Municipal de Azambuja, diz que é sensível aos problemas da Cruz Vermelha, mas lembra que no caso da GNR existem verbas em PIDDAC, e o terreno já está parcialmente desbloqueado, ao contrário do que acontece com a Cruz Vermelha “que tem definida uma parcela da Quinta do Mor para o seu quartel”.
Todavia o processo relativo à Cruz Vermelha está ainda demorado, porque a Quinta do Mor é uma AUGI (Área Urbana de Génese Ilegal) que ainda está em processo de constituição.
Já no que toca à GNR, Ramos lembra que esse é um processo mais fácil, mas que ainda permanece num impasse. Diz o autarca que a edilidade conseguiu que fossem disponibilizadas verbas para “que este ano fosse feito o quartel da GNR” acrescentando que esse é um processo que cabe, não à Câmara mas ao Ministério da Administração Interna.
Segundo Joaquim Ramos, a construção imediata do quartel da GNR está dependente dos proprietários, nomeadamente um particular e a Junta de Freguesia “que se devem entender”.
O autarca esclarece que o terreno em causa tem duas áreas. Uma urbana e outra para equipamentos. E é precisamente aí que as entidades não se entendem. A GNR quer fazer o seu quartel na área urbana mas o proprietário, diz que só cede o terreno ás forças de segurança se esta edificar o quartel na área de equipamentos, deixando a área urbana desimpedida para outras construções.
De acordo com Ramos, a divergência já se arrasta a algum tempo, e enquanto não for ultrapassada o quartel da GNR vai continuar a marcar passo.
Justino Oliveira, presidente da junta, teme que as verbas comunitárias se percam com este impasse. Nesse sentido o autarca diz que aguarda a algum tempo uma reunião com os serviços de urbanismo da Câmara, que possibilitará um possível entendimento.
Cardeal visita Santa Casa de Azambuja
D. José Policarpo benzeu no passado sábado as novas viaturas da Santa Casa da Misericórdia de Azambuja, e a primeira pedra que dai dar origem à ampliação do lar de idosos. O Cardeal Patriarca de Lisboa inaugurou ainda um monumento ao patrono das misericórdias e as novas instalações do centro infantil
A completar 454 anos de história, a Santa Casa da Misericórdia de Azambuja inaugurou no passado sábado o novo centro infantil. A inauguração apadrinhada pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, vem colmatar uma lacuna ao nível do espaço físico que a instituição tem vivido nos últimos anos.
Armando Aparicio, provedor daquele organismo lembrou as suas origens, que remontam à confraria do Espírito Santo “que desde 1342 prestava auxilio aos doentes, aos peregrinos e aos mais carenciados”.
Quatrocentos e cinquenta anos passados, a Santa Casa sofreu alterações. Teve altos e baixos, e chegou a 2007 com uma nova dinâmica.
Para alem da inauguração deste centro infantil, a instituição prepara-se para levar a cabo mais duas obras. Primeiro a ampliação do lar. E numa segunda fase a construção de dezassete habitações para idosos em regime de usufruto, a preços controlados.
Armando Aparicio, salientou que os tempos não são fáceis, contudo garantiu ao Cardeal Patriarca que a Santa Casa irá cumprir o seu papel “satisfazendo as carências sociais”.
O provedor salientou que a gestão da misericórdia e os objectivos que aí vêem não são fáceis “muitas vezes sentimo-nos desamparados, desprotegidos e até humilhados. Não fora a fé e a determinação e o aparecimento do voluntariado, e vencia a tentação de tudo deixarmos”.
Armando Aparicio, diz estar ciente das dificuldades, mas salienta também que a instituição “não será apenas uma simples repartição da segurança social, dependência do ministério da saúde ou centro de apoio do ministério da educação”.
O provedor lembrou ainda “a morte anunciada dos ATL, da prestação dos cuidados continuados ou da falta deles, e da concorrência desleal e decisões imponderadas”.
D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, lembrou o papel fundamental das misericórdias, vincando que são “uma das principais expressões do papel da igreja na sociedade” vincando a presença ininterrupta ao longo de 2000 anos na sociedade.
O Cardeal vincou ainda a presença dos leigos nas misericórdias, “estas instituições são de leigos. Desde o principio. Fundadas e dirigidas por leigos e isso não lhes tira nada da qualidade eclesial, antes pelo contrário. Afirmam-nas”.
D. José Policarpo que salientou o apoio da igreja ás instituições, disse estar disposto a “defende-las de tudo, para levar para a frente a vossa tarefa e a vossa obra”, dizendo ao provedor “ não tenha medo. Os projectos que hoje anunciou são belos. A caridade cristã tem uma afirmação de um valor que é importante para todos os condutores da sociedade. São a ousadia, o realismo, e a esperança” e tendo em conta estes valores, D. José Policarpo salienta que desde que haja esperança, vão existir apoios humanos “porque à volta destas instituições, congregam-se e converge depois uma grande manifestação de solidariedade”.
O Cardeal Patriarca, benzeu na ocasião três veículos da instituição, e a primeira pedra da ampliação do lar de idosos.
Joaquim Ramos, presidente da Câmara Municipal de Azambuja, destacou o papel da instituição e os planos que a misericórdia tem para o futuro.
O autarca vincou que da parte da Câmara, haverá sempre abertura para colaboração, vincando que em conjunto com a instituição “construiremos para aqueles que mais precisam um futuro melhor”.
A completar 454 anos de história, a Santa Casa da Misericórdia de Azambuja inaugurou no passado sábado o novo centro infantil. A inauguração apadrinhada pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, vem colmatar uma lacuna ao nível do espaço físico que a instituição tem vivido nos últimos anos.
Armando Aparicio, provedor daquele organismo lembrou as suas origens, que remontam à confraria do Espírito Santo “que desde 1342 prestava auxilio aos doentes, aos peregrinos e aos mais carenciados”.
Quatrocentos e cinquenta anos passados, a Santa Casa sofreu alterações. Teve altos e baixos, e chegou a 2007 com uma nova dinâmica.
Para alem da inauguração deste centro infantil, a instituição prepara-se para levar a cabo mais duas obras. Primeiro a ampliação do lar. E numa segunda fase a construção de dezassete habitações para idosos em regime de usufruto, a preços controlados.
Armando Aparicio, salientou que os tempos não são fáceis, contudo garantiu ao Cardeal Patriarca que a Santa Casa irá cumprir o seu papel “satisfazendo as carências sociais”.
O provedor salientou que a gestão da misericórdia e os objectivos que aí vêem não são fáceis “muitas vezes sentimo-nos desamparados, desprotegidos e até humilhados. Não fora a fé e a determinação e o aparecimento do voluntariado, e vencia a tentação de tudo deixarmos”.
Armando Aparicio, diz estar ciente das dificuldades, mas salienta também que a instituição “não será apenas uma simples repartição da segurança social, dependência do ministério da saúde ou centro de apoio do ministério da educação”.
O provedor lembrou ainda “a morte anunciada dos ATL, da prestação dos cuidados continuados ou da falta deles, e da concorrência desleal e decisões imponderadas”.
D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, lembrou o papel fundamental das misericórdias, vincando que são “uma das principais expressões do papel da igreja na sociedade” vincando a presença ininterrupta ao longo de 2000 anos na sociedade.
O Cardeal vincou ainda a presença dos leigos nas misericórdias, “estas instituições são de leigos. Desde o principio. Fundadas e dirigidas por leigos e isso não lhes tira nada da qualidade eclesial, antes pelo contrário. Afirmam-nas”.
D. José Policarpo que salientou o apoio da igreja ás instituições, disse estar disposto a “defende-las de tudo, para levar para a frente a vossa tarefa e a vossa obra”, dizendo ao provedor “ não tenha medo. Os projectos que hoje anunciou são belos. A caridade cristã tem uma afirmação de um valor que é importante para todos os condutores da sociedade. São a ousadia, o realismo, e a esperança” e tendo em conta estes valores, D. José Policarpo salienta que desde que haja esperança, vão existir apoios humanos “porque à volta destas instituições, congregam-se e converge depois uma grande manifestação de solidariedade”.
O Cardeal Patriarca, benzeu na ocasião três veículos da instituição, e a primeira pedra da ampliação do lar de idosos.
Joaquim Ramos, presidente da Câmara Municipal de Azambuja, destacou o papel da instituição e os planos que a misericórdia tem para o futuro.
O autarca vincou que da parte da Câmara, haverá sempre abertura para colaboração, vincando que em conjunto com a instituição “construiremos para aqueles que mais precisam um futuro melhor”.
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